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  • J. POVO- MARÍLIA

RADAR DO JP


PROJETO INATIVO, AINDA!

Na pauta da sessão ordinária da Câmara Municipal desta segunda-feira (29) ainda não consta projeto de lei da Prefeitura sobre o abono de R$ 250 (“Vale Alimentação”) dos aposentados e pensionistas do Ipremm. O caso se arrasta por m ais de um mês. Novamente, inativos do Ipremm devem marcar presença e protestar na sessão camarária.

TAMBÉM SUMIU!

Outro projeto que desapareceu da pauta foi o que cria quatro novos cargos comissionados na Prefeitura. Chegou a entrar na Ordem do Dia há três sessões, mas o vereador Cícero do Ceasa (PV) pediu vistas e o projeto sumiu. Os quatro novos cargos, com status de secretário, são: Diretor de Segurança Pública Municipal (salário de R$ 8.109,36), assessor de Esportes Inclusivos (R$ 4.671,75), assessor especial da Secretaria de Obras Públicas (R$ 3.374,86) e diretor do Centro de Distribuição e Logística (R$ 4.671,75).

CADÊ O DINHEIRO?

Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que a chamada “Taxa de Bombeiros” é ilegal e está proibida de ser cobrado por todas as prefeituras do Brasil. Em Marília, a cobrança existe há longos anos e este ano o carnê com a referida taxa foi entregue em fevereiro. Moradores pagam, em média, R$ 80 pela cobrança.

EM TEMPO: o vereador Luiz Nardi (PR) é autor de um requerimento onde quer saber quanto a Prefeitura arrecadou com a Taxa este ano e o que o comando do Corpo de Bombeiros fez com o dinheiro, já que a arrecadação é repassada integralmente à instituição.

SINDICÂNCIA ARQUIVADA. CONCURSO SEGUE

Outra solicitação de Nardi é quanto o concurso para educador social, aberto em abril pela Prefeitura mas suspenso no início de maio, após denúncias de que a empresa contratada para realizar as provas (a Publiconsult) é investigada pelo Ministério Público por supostas fraudes em várias prefeituras do Estado. O vereador quer saber como fica a situação dos candidatos que pagaram R$ 12 cada pelas inscrições? EM TEMPO: conforme já divulgado pelo JP, a Sindicância aberta pela Prefeitura para apurar as tais denúncias foi arquivada e as provas devem ser realizadas, como estava previsto, agora em junho. Devem ser contratados pelo menos 20 educadores sociais.

GASTOS COM COPIADORAS (XEROX)

O vereador Danilo da Saúde (PSB) quer saber quanto a Prefeitura já pagou este ano com alugueis de máquinas copiadoras (xerox). O custo anual desses serviços atinge mais de R$ 300 mil. Os valores chamam a atenção, inclusive com pagamentos fora da ordem cronológica (na frente de outros). Danilo pede informações sobre onde estão essas máquinas de xerox e o “relevante interesse público” para urgência nos pagamentos. Os contratos de locações são todos com as Lojas Milani.

MAIS ACADEMIAS?

Enquanto diversas academias ao ar livre continuam armazenadas na Garagem Municipal (e na chamada garaginha da Zona Sul) a Prefeitura publicou edital de licitação para eventual aquisição de novas academias ao

ao ar livre, destinados à Secretaria Municipal de Esporte e Lazer e Secretaria Municipal de Obras.

BURAQUEIRA NA PAUTA

Tempos atrás, o diretor da Codemar, Renê Fadel, enviou ofício aos vereadores, pedindo para eles não apresentarem pedidos de tapa-buracos, pois essa questão não é política, mas técnica. A atitude provocou um alvoroço entre os edis. EM TEMPO: como a cidade está infestada de buracos, não poderia ser diferente e na pauta da sessão desta segunda-feira, das 67 indicações dos vereadores, 39 são pedidos de tapa-buracos, além de requerimentos desta natureza.

LEILÃO DO PARQUE AQUÁTICO

Leilão da sucata do abandonado Parque Aquático da estrada de Avencas, com o dinheiro arrecadado com a venda sendo investido com reformas de poliesportivos da cidade. Esta é a sugestão do vereador Maurício Roberto (PP). EM TEMPO: o tal Parque Aquático, que virou sucata e criadouro de mosquitos da Dengue, tem área de 99 mil metros quadrados e foi comprado em 2008 pelo prefeito Mário Bulgareli por cerca de R$ 2,2 milhões. O sucatão tinha ainda uma dívida de aproximadamente R$ 2 milhões com o Daem.

DE TRUNFO ELEITORAL À SUCATA

Maurício Roberto pede no requerimento que seja dada ciência do mesmo à diversas pessoas, entre elas o secretário municipal de Esportes, Eduardo Nascimento, que na época, em 2008, era forte aliado do prefeito Bulgareli e comemorou a compra como um trunfo para a campanha eleitoral. Agora, a venda em leilão como sucata pode virar reformas em poliesportivos.


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