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  • Da redação

Via Expressa às escuras aumenta insegurança e riscos de acidentes. Homem morreu atropelado, recentem


Trecho da Via Expressa continua às escuras:: insegurança e risco de acidentes

Trechos da Via Expressa Sampaio Vidal, principalmente entre o viaduto e o Posto da Ilha, estão às escuras, provocando insegurança e sérios riscos de acidentes. Há cerca de 20 dias, um homem morreu atropelado por uma motocicleta na Via Expressa, durante a noite.

Recentemente, o trecho ficou escuro. A justificativa apresentada pela Prefeitura (responsável pela iluminação do canteiro central da Via Expressa) foi que algumas queimadas em matagal naquela região havia danificado postes de madeira e o sistema da CPFL. Alguns dias depois, a iluminação do trecho voltou ao normal. Mas, desde a semana passada, a escuridão voltou a tomar conta do referido trecho. E, desta vez, não houve queimadas naquela região. A CPFL não retornou demandas nesse sentido do JP.

Passarela de Padre Nóbrega e Via Expressa às escuras

TAXA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA

Várias vias públicas em bairros da cidade também estão às escuras há muito tempo. O mesmo acontece com a passarela de pedestres sobre a Rodovia SP-294, no Distrito de Padre Nóbrega.

Em novembro de 2013, na gestão do ex-prefeito Vinícius Camarinha, a Prefeitura de Marília aprovou reajuste de 200% na CPI (Contribuição de Iluminação Pública), a popular taxa de iluminação. Os valores atuais chegam em média a R$ 25 para residências. Indústrias e comércios pagam entre R$ 60 e R$ 90, em média.

Em 2015, o Ministério Público Estadual em Marília ajuizou ação civil pública pedindo a extinção dessa taxa de iluminação, alegando que a Prefeitura não realiza esses serviços e sim a CPFL. A demanda continua tramitando na Justiça.

A Prefeitura alega que a CPFL realiza apenas a manutenção do sistema de iluminação pública na cidade, como a troca de lâmpadas queimadas ou luminárias quebradas, troca de postes e colocação e recolocação de cabos e fiações do sistema. Nos canteiros centrais das avenidas, a iluminação pública é de responsabilidade da Prefeitura.

A arrecadação com a CIP vem cobrada da população mensalmente nas contas de luz. A arrecadação com a taxa fica para a CPFL, que ao final de cada mês desconta do montante arrecadado o que a Prefeitura deve de energia elétrica e, em caso de sobras, repassa para a Prefeitura.

Há vários meses a Câmara Municipal vem cobrando do prefeito Daniel Alonso, através de requerimento da vereadora Daniela D'Ávila os valores arrecadados mensalmente com a tal taxa de iluminação pública, mas até esta segunda-feira (25) a resposta ainda não havia sido enviada ao Legislativo.


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