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  • Da redação

DIG prende autor de homicídio na Zona Norte. Motivo foi passional, segundo ele


Nilson foi morto a tiros no sábado. Arma e droga encontrados na casa do acusado

Foi preso pela Polícia Civil nesta terça-feira (3), Jefferson Barbosa de Jesus, de 27 anos. Conhecido como "Jê", ele é acusado de matar o pedreiro Nilson Donizete Faria, de 39 anos, no início da tarde de sábado (30) em um bar na Avenida João Martins Coelho, também na Zona Norte. Nilson havia deixado a Penitenciária há cerca de um mês. Ele foi executado com dois tiros, um deles na cabeça.

O delegado da DIG, Valdir Tramontini, disse que o acusado foi preso na casa dele, na Rua Américo Capelozza e não esboçou reação. De pronto assumiu a autoria do crime e entregou a arma, um revólver calibre 38, aos policiais. Estava municiado com 4 cartuchos intactos e, segundo o acusado, foi comprado por R$ 2,5 de um desconhecido. . Além do homicídio,k "Jê" vai responder por tráfico de drogas, já que foram encontradas 45 gramas de cocaína casa dele e porte ilegal de arma.

“A respeito do homicídio, Jefferson esclareceu que, há seis meses está amasiado com Raquel, a qual, já há algum tempo vinha sendo assediada por Nilson, que lhe telefonava e enviava mensagens, mesmo ela solicitando que isto cessasse. Segundo alegação do autor, na data dos fatos, nova importunação houve, tendo Nilson telefonado para Raquel, solicitando que fosse até o bar em que ele estava, tomar cervejas com ele, e mais, teria desafiado Jefferson a ir até lá, o que acabou ocorrendo”, cita uma nota divulgada pela DIG.

Relata também que “sob a justificativa de se defender, ‘Jé’ foi ao bar armado, onde teria ingressado sem capacete e pedido a proprietária (de quem informou já ser conhecido, pois morou defronte ao estabelecimento) que pegasse uma cerveja.

Assim que ela foi pegar a bebida, ‘Jé’ foi ao encontro da vítima (a quem não conhecia, mas que se tratava do único cliente ali sentado), para questioná-la sobre as constantes importunações à sua amásia, tendo Nilson se levantado e ido em sua direção. O autor disse que por medo de que Nilson estivesse armado, contra ele efetuou os disparos que provocaram sua morte.

A DIG representará nesta quarta-feira (4) pela decretação da prisão temporária de Jefferson, para que ele permaneça preso.


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