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  • Da redação

Começa a famigerada reforma trabalhista. Deputado Ihoshi votou a favor disso, prejudicando milhões d


Trabalhadores e entidades protestam contra Walter Ihoshi em frente o escritório político dele (sempre fechado) aqui em Marília: golpe na classe operária

Entrará em vigor neste sábado (11) a famigerada Reforma Trabalhista, aprovada pelo Congresso Nacional e altamente prejudicial aos trabalhadores em muitos pontos. Serão pelo menos cem mudanças em itens da Consolidação das Leis do Trabalho, com reflexos nocivos como por exemplo:

- Permite às mulheres gestantes desenvolver atividades insalubres (perigosas)

- Cria o "trabalho intermitente", sistema pelo qual os funcionários poderão ser convocados para trabalhar em determinados dias e horários e só receberão pelos referidos períodos no final do mês. Uma espécie de informalidade legalizada, onde o trabalhador não terá remuneração definida nem o FGTS.

- Estabelece o regime de 12 horas de trabalho seguidas de 36 de descanso, sem intervalo para descanso e refeição, representa a precarização extrema das condições de trabalho, com prejuízos para a saúde do trabalhador e repercussões em toda a sociedade.

- Os acordos diretos entre patrões e empregados também ganham força e com isso, os trabalhadores serão prejudicados, diante da necessidade de manter o emprego num cenário onde as taxas de desemprego já chegam perto de 18 milhões de trabalhadores fora do mercado.

- As férias poderão ser pagas em até três vezes, mas uma das frações deverá corresponder a ao menos duas semanas de trabalho.

- Atualmente, o ingresso de ações na Justiça do Trabalho é gratuito, mas a partir desta reforma, o trabalhador que não comprovar a insuficiência de recursos terá que pagar pelas custas processuais.

- O seguro desemprego deixa de ter consequência lógica para trabalhadores dispensados sem justa causa.

- As empresas poderão terceirizar qualquer atividade e não somente as atividades-fim (principais funções) acelerando a informalidade e reduzindo garantias de direitos aos trabalhadores

IHOSHI CONTRA OS TRABALHADORES

O suplente que virou deputado federal, Walter Ihoshi (PSD), votou contra os trabalhadores e a favor da famigerada reforma trabalhista. Ele, que não teve votos para se eleger, ficou como suplente e só conseguiu a vaga porque titulares conseguiram se eleger prefeitos,

Ihoshi se diz "de Marília", mas não tem familiares, nem residência tem aqui. Quando vem a cidade, ele fica hospedado em luxuosos hotéis, pagos com verbas de gabinete, ou seja, por conta do povo.

FAMIGERADA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Ioshi com o seu "representante político" em Marília, vereador Marcos Rezende

O referido suplente/deputado também é a favor da famigerada reforma da Previdência Social, que poderá prejudicar milhões de trabalhadores que vão se aposentar. Ihoshi defende essa reforma, que, segundo analistas, é extremamente perversa com os trabalhadores e principalmente com as mulheres, pois prevê desvincular as pensões do salário mínimo.

Outro ponto negativo é a inclusão de mudanças nas regras de concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que também deverá ser desvinculado do mínimo. O BPC é concedido a idosos e portadores de deficiência em situação de pobreza, sem a necessidade de contribuição à Previdência Social. Sem aposentadoria, as mulheres estarão desprotegidas e acabarão caindo no BPC. E é justamente no BPC que o governo quer um ajuste: estão propondo a desvinculação do salário mínimo e o aumento da idade.

GOLPE EM BRASÍLIA E ENGANAÇÃO EM MARÍLIA

MALANDRAGEM: Nome registrado no painel de presenças no Congresso e "fuga" pelo Aeroporto de Brasília

Walter Ihoshi, de fato, não seria um "trabalhador" exemplar. Esse ano, ele foi flagrado pela imprensa aplicando um golpe em Brasília. A malandragem foi a seguinte: às vésperas do feriadão prolongado, ele esteve na Câmara dos Deputados e registrou sua presença no painel eletrônico da Casa. Depois, saiu de fininho, correu para o Aeroporto de Brasília e embarcou para São Paulo. Ou seja, com a "presença" registrada no Painel, ele receberia o dia como se estivesse trabalhando no Congresso. Na realidade, aplicou um golpe e embolsou o dinheiro do povo na mamata.

Recentemente, trabalhadores e mais de 30 sindicalistas, além de outros segmentos da comunidade, fizeram uma grande protesto em frente ao escritório político (que permanece sempre fechado) de Ihoshi em Marília, contra as nefastas posições e votações dele contra a classe operária.

Esse suplente que virou deputado também recebeu verbas do escandaloso esquema da JBS. Uma vergonha para Marília e região.

CÚMPLICE DA CORRUPÇÃO E CONTRA O POVO

Ihoshi com o corrupto presidente Temer: juntos, enterraram as investigações sobre denúncias de falcatruas

Para piorar esse vergonhoso "currículo", Ihoshi também votou a favor do corrupto presidente Michel Temer e contra as investigações das falcatruas do governo. Mesmo com 90 por cento da população a favor da abertura dos processos de apuração das denúncias de ladroeiras do governo que assolam o país, Ihoshi votou a favor de Temer e outros suspeitos de corrupção. Uma vergonha!

RECEBEU R$ 250 MIL DA JBS

Em meio à todas as denúncia de corrupção, pagamentos de propinas, dinheiro sujo e outros escândalos que assolam o país, surge o nome de Walter Ihoshi (PSD). Ele figura em lista de pagamentos da JBS e é acusado de ter recebido R$ 250 mil.


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