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Prefeitura cobra R$ 1,6 milhão de Nelsinho com base em ação de enriquecimento ilítico

  • Da redação
  • 16 de nov. de 2017
  • 1 min de leitura

Nelsinho Grancieri e a mansão na Zona Leste: ação do MP e execução pela Prefeitura

A Procuradoria Jurídica da Prefeitura de Marília quer receber R$ 1.136.834,88 (valor original da ação) do ex-chefe de gabinete e secretário municipal da Fazenda, Nelson Grancieri, o Nelsinho. Em valores atualizados, o débito chega a cerca de R$ 1,6 milhão.

A ação movida pela Procuradoria é desmembramento de outra ação movida pelo Ministério Público contra Nelsinho, onde ele é acusado de enriquecimento ilícito ao efetuar a compra de uma mansão com área de aproximadamente 5 mil metros quadrados na Zona Leste da cidade, avaliada em cerca de R$ 1 milhão, em meados de 2009, quando atuava como chefe de gabinete e secretário municipal da Fazenda na Prefeitura de Marília.

O processo está em fase de cumprimento de sentença e foi distribuído à juíza da 1ª Vara Cível, :Paula Jacqueline Bredariol de Oliveira. Na próxima semana, começa o prazo estipulado pela Justiça para que Nelsinho pague o valor da ação ou faça a impugnação da execução.

O advogado Cristiano Mazeto disse ao JP que vai contestar a cobrança. "O processo principal nem transitou em julgado, ainda. Está no STJ e somente após isso, racionalmente, é que a Prefeitura deveria se manifestar sobre uma eventual execução".


 
 
 

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