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  • Do leitor

ARTIGO: No sítio Marianesia, idos de 1993. Infância ensolarada


Onde morava aquele belo negrinho filho de pais viajantes e a família de D. Áurélia.

Lembro de ver entre o pomar fresco duas figurinhas contrastantes. Bem, o sol fez com que o mineirinho suportasse o astro rei por mais algumas horas. Mas eram tão iguais que pareciam mesmo a dois anjinhos. Nem tão anjinhos assim.

Brincavam Rafaelzinho e seu mini companheiro, pisando as folhas secas espalhadas aos montes na área um pouco fora da sede.

Ali, perdiam e ganhavam entre eles, lutavam contra algum bandido ladrão de bois. Aravam a terra com os melhores tratores da fazenda. Dos cavalos, haviam centenas de crinas que os pastos não os podiam suprir para mantê-las tão fortes.

De vez em quando, por mais improvável que pareça, o pequeno cidadão de Itambacuri, se tornava proprietário de terras. E ele pela história, mas sem saber, tinha direito de comprar por um preço menos salgado. Porém custou-lhe exorbitantes 5 pedrinhas de dinheiro!!

Para o loirinho, foi uma venda justa.

Após outras negociações de estórias sem pé nem cabeça chegou a hora de construir a estradas, cavar poços de 15 centímetros de longo trabalho e dentre outras tantas frugais tarefas importantes com minha emblemática, outrora deles, carriolinha.

D. Aurélia, aquela filha de europeus que o mineirinho sempre vai preferir, ao ajeitar as lenhas no ainda fogão, via de longe os dois tatus. Os chamava docilmente para que depois, se preparassem para ir para o ponto esperar a Kombi.

Perdiam este tempo todo que qualquer criança que dirigi máquina colheitadeira de soja de verdade, quer aproveitar outra vez. Mas não o podem; pois a "boia" já está fria.

Autor: Lioned E. Truski, o australiano. (Leitor do JORNAL DO POVO)


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