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  • Da redação

Mototaxista que matou professora à facadas em Marília segue foragido. "Fiz uma besteira em volt


A professora Elizabete foi morta a facadas pelo namorado, Jefferson (Fotos: redes sociais/Marília Urgente)

A polícia segue na procura pelo mototaxista Jefferson Carlos da Silva, de 28 anos, acusado de ser o autor do assassinato da professora Elizabete Aparecida Ribeiro, de 37 anos. Ele tem um irmão gêmeo (que mora atualmente no Estado de Santa Catarina) e o que diferencia os dois é que ele tem uma tatuagem com listas verticais pretas e grandes na parte superior do braço esquerdo. Jefferson já tinha passagem pela polícia por denúncia de violência doméstica.

Elizabete foi morta com cerca de dez facadas desferidas por Jefferson, seu namorado, no apartamento onde morava sozinha, no Residencial Palmital, na Zona Norte de Marília.

O assassino fugiu do local em uma motocicleta, logo após o crime, segundo testemunhas, dizendo que iria se matar. Vizinhos ouviram discussão no apartamento. O rapaz foi até a casa de familiares, na Vila Altaneira, onde chegou sujo de sangue e dizendo que "tinha feito uma besteira sem volta" revelou o crime à mãe a à uma irmã e falou ainda que "jamais iriam v~e-lo de volta". A irmã dele foi até o apartamento de Elizabeth e em companhia da síndica do condomínio, chamaram pela professora, que não respondia. Apenas o cachorro latia no apartamento. A polícia foi acionada, arrombou a porta e encontrou a vítima já sem vida, com diversos golpes de faca no pescoço.

Elizabete dava aulas na Emef Américo Capelozza. Também lecionou na Emef Edmea Sola. O corpo da professora foi transladado para Cafelãn dia, na região de Lins, onde moram seus familiares.

Acusado, Jefferson, tem irmão gêmeo e diferença é que ele possui tatuagem no braço esquerdo


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