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  • Da redação

Moradores do Residencial São Bento, onde criança morreu atropelada, pedem instalação de obstáculos e


Residencial São Bento e a Rua onde ocorreu o atropelamento de criança, ontem

Moradores do Condomínio Residencial São Bento, na Zona Sul de Marília, intensificaram pedidos de colocação de obstáculo ou lombofaixa em ruas naquele local, após o atropelamento e morte de uma criança na noite desta segunda-feira.

"Moramos aqui há dois anos e nunca houve preocupação com a segurança no trânsito. Algumas ruas são bem descidas e motoristas usam elas para dar trancos nos carros, quando não pegam. Isso ao lado do parquinho das crianças, onde também não tem nem faixa de pedestres. Pagamos quase R$ 190 de taxa de condomínio aqui e não fazem nada", reclama o morador Lukas.

Ele afirmou que na semana passada colocaram placa de sinalização com velocidade máxima de 10 km/h. "Mas ninguém respeita. Precisa de obstáculos".

O JP manteve contato com a empresa "Solução", que administra o Condomínio. Questionada sobre o assunto, uma atendente disse: "o gerente informou que o síndico, o Arnaldo, já fez o orçamento e o pedido disso". Perguntada sobre em qual órgão público e quando teria sido feito o pedido, ela resumiu: "isso quem sabe responder é o gerente, mas ele está em uma reunião, agora".

O diretor da Emdurb, Valdeci Fogaça de Oliveira, disse ao JP que não recebeu nenhum pedido formal nesse sentido, referente ao Residencial São Bento, que tem 816 apartamentos e cerca de 4 mil moradores.

"Caso receba, vamos analisar as condições técnicas e legais, pois de trata se condomínio, que tem legislação específica", explicou.


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