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  • Da redação

Moradora do Edifício Marília relata ao JP tremor no prédio hoje pela manhã. "Foi bem intenso. A


O Edifício Marília, localizado na esquina da Avenida Sampaio Vidal com a Rua 9 de Julho, na área central da cidade, também sentiu abalo sísmico, na manhã desta segunda-feira (2). Celina Trevisani, moradora no 8° andar do prédio (que é misto de comercial e residencial, com nove andares), ligou para o JP e relatou o fato.

"Eu estava na cama, por volta das 10h45, quando senti o tremor. Foi bem intenso,a cama balançou e me assustei. Liguei para porteiro para saber se estava havendo alguma construção no prédio e ele disse que não. Eu não saí do apartamento, mas um rapaz do sétimo andar também sentiu o abalo e disse que teve um tranco na cabeça e desceu correndo", relatou a moradora.

OUTROS PRÉDIOS

Edifício Sagres e o prédio da Prefeitura também sentiram o tremor

Vários prédios da área central de Marília sentiram tremor na manhã desta terça-feira (2). Um ano após balançar, o prédio da Prefeitura de Marília voltou a tremer. O tremor foi sentido "com mais intensidade" do que os anteriores, disseram algumas pessoas que estavam no local. Cerca de 200 servidores que atuam no prédio foram liberados e retornarão no expediente de amanhã.

Em fevereiro do ano passado, o prédio também tremeu, sendo sentido o abalo mais entre o quinto e o sexto andares. Por precaução, o espaço foi evacuado e os Bombeiros acionados.

O prédio, localizado na Rua Bahia, foi inaugurado em 1960, sete anos após o início de sua construção.

Além da Prefeitura, outro prédio que também sentiu o abalo foi o Edifício Sagres, localizado na Rua Amazonas, a poucas quadras da Prefeitura. Bombeiros também estiveram lá. Outro prédio que sentiu o abalo foi o Edifício Amazonas.

TREMOR NA BOLÍVIA FOI SENTIDO NO BRASIL

Um terremoto de magnitude 6,8 com epicentro na Bolívia aconteceu na manhã desta segunda-feira (2), segundo o USGS, o serviço geológico dos EUA. Reflexos foram sentidos no Brasil, informou o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). Edifícios foram esvaziados em São Paulo, Brasília e outras localidades brasileiras em decorrência do abalo.

"É um tremor considerável, mas ainda não sabemos de estragos no Brasil e na Bolívia. Qualquer tremor assim tem reflexos. Por isso, as pessoas sentiram aqui", disse o professor da UnB George Sand França.

Tremor de 6,8 na Bolívia é sentido em SP, DF, PR e RS.

Segundo o USGS, o terremoto aconteceu às 9h40 pela hora local (10h40 de Brasília) e teve epicentro no sul boliviano, a 13 km de uma localidade chamada Carandayti, com uma profundidade de 557 km. O jornal local "El Deber" informou que, pela força do abalo, ele foi sentido também em regiões mais ao norte do país, como Cochabamba. A região do epicentro é próxima do norte paraguaio.Um funcionário do Observatório de San Calixto ouvido pelo "El Deber" disse que não há, até o momento, informações sobre danos a pessoas ou estruturas na Bolívia.

São Paulo: o prédio da Petrobras, no número 901 da Avenida Paulista, foi esvaziado, assim como o do Ministério Público na Rua Riachuelo, no Centro. Moradores da Zona Oeste da capital disseram que precisaram deixar os prédios em que estavam por causa de tremores. "Estávamos no 13º do Prédio da Gazeta, na Paulista, e achei que estava passando mal. Parecia que estava meio bebâdo. Perguntei para os outros, e também sentiram balançar", disse Cristiano Ferreira da Silva, 44, técnico de telecomunicações. Em Marília, no interior, o prédio da prefeitura foi esvaziado. Houve também relatos de tremor em São Carlos. (Fonte G1)


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