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Por que as pessoas se suicidam? Como agem as emoções durante o ato? Dicas para tentar evitar isso


O suicídio é uma forma inconsciente de autopunição. Pessoas que cometem suicídio sentem uma culpa muito profunda, e encontram na morte uma forma de se punir, quando o que elas buscam verdadeiramente é perdão.

A medicina e a ciência têm falado cada vez mais sobre como as experiências na vida intrauterina impactam a personalidade de uma pessoa. Todos os sentimentos, pensamentos e emoções dos pais são transferidos para o bebê durante a gestação, que passa a ter sentimento de culpa e outras interpretações distorcidas.

Se durante a gestação ou os primeiros anos de vida a pessoa interpretou que estava sendo rejeitada ou que não era amada, ela pode crescer com dificuldade de cultivar o amor próprio e de amar a vida como um todo. Filhos não desejados, tentativas de aborto, mães com quadro depressivo durante ou depois da gestação, sofrimento fetal, rejeição, falta de amor, maus tratos e traumas de infância são algumas situações que podem desencadear patologias e pensamentos suicidas durante a vida adulta.

O bebê começa a sentir e registrar os sentimentos e emoções negativas dos pais como se fossem dele, podendo sentir culpa, falta de merecimento e pulsão de morte. Assim, a criança nasce e cresce com a ideia de que não merece viver. Essas interpretações ficam registradas no inconsciente da pessoa, e podem se manifestar em qualquer momento da vida, especialmente após sofrer algum trauma.

As experiências da infância podem intensificar ainda mais esses sentimentos negativos. Por isso, olhar para as informações que fazem parte do inconsciente de cada pessoa é fundamental para eliminar padrões, crenças e sentimentos que podem levar ao suicídio.

Pensamentos que antecedem o suicídio

Pensamentos e sentimentos de baixa valia e baixa estima têm um efeito tão grande que são capazes de encorajar uma pessoa a cometer suicídio. A ideia do suicídio não surge “do nada”: ela é fruto de uma série de pensamentos e sentimentos que assombram a pessoa há muito tempo, até que ela resolva fazer alguma coisa a respeito.

Esses pensamentos geralmente estão relacionados às experiências e crenças passadas ou a situações recentes que não foram superadas. São pensamentos que carregam sentimentos de desamor, desamparo e desvalor.

Pensamentos suicidas são silenciosos e de difícil identificação, uma vez que dificilmente são expressados em palavras. Apesar disso, é possível identificar características suicidas por meio da convivência e de conversas e convivência. Veja alguns exemplos de pensamentos que antecedem o suicídio:

– “Eu não sou bem-vindo”;

– “Sou um peso e só dou trabalho para as pessoas”;

– “Eu não mereço ser feliz/ não sei o que é ser feliz”;

– “Eu não me amo/ eu sou um lixo”;

– “Eu não tenho capacidade para fazer nada/ faço tudo errado”;

– “Não aguento mais/ quero sumir/ quero morrer”;

– “Tudo é difícil para mim/ nada dá certo”;

– “Nada mais faz sentido/ tudo perdeu a graça”;

– “As pessoas não gostam de mim, ninguém me ama”;

& #8211; “Não tenho sonhos/ nada mais vale a pena”;

– “Eu não sou capaz de suportar esse trauma” (seja ele qual for);

– “Eu não faço diferença na vida das pessoas”;

– “Se eu viver ou morrer, tanto faz”.

Vale destacar que esses pensamentos são comumente encontrados em pessoas que apresentam um quadro depressivo ou problemas relacionados à estima, mas que não necessariamente estão pensando em suicídio. É importante um acompanhamento psiquiátrico e psicológico para chegar a algum diagnóstico. Saiba aqui como ajudar um amigo com pensamentos suicidas.

Como a Inteligência Emocional pode ajudar

Centenas de pessoas chegaram ao Método LOTUS sem esperança, pensando em acabar com suas próprias vidas. Porém, ao entrar em contato com suas emoções e história de vida, encontraram a força que precisavam para recomeçar, redescobriram sonhos que estavam adormecidos e descobriram o único amor capaz de curar todas as dores: o amor próprio.

Se você está passando por isso ou conhece alguém que esteja com pensamentos suicidas, não deixe de buscar ajuda. Lembre-se: a vida é um presente, e não pode ser desperdiçada. O desespero e a desesperança jamais devem ser maiores que a vontade de viver.

Por que as pessoas se suicidam?

Algumas pessoas encontram na morte a solução final para situações que parecem insuperáveis ou para fugir de sentimentos ruins. Quem se suicida nem sempre quer morrer: esta pessoa, na verdade, não sabe como continuar vivendo na situação em que se encontra.

Suicidas geralmente carregam sentimentos de inutilidade, falta de esperança, baixa autoestima e desejo de desistir. Quando o indivíduo chega a este ponto de considerar o suicídio, é porque ele acredita que seus problemas são intoleráveis e intermináveis. Ele sente que não é capaz de suportar mais a situação que, para ele, não tem saída ou solução possível.

Causas emocionais associadas ao suicídio

A medicina e a ciência têm falado cada vez mais sobre como as experiências intrauterinas impactam a personalidade de uma pessoa. Se durante a gestação ou os primeiros anos de vida a pessoa interpretou que estava sendo rejeitada ou que não era amada, por exemplo, ela pode crescer com dificuldade de cultivar o amor próprio e de amar a vida como um todo.

Filhos não desejados, tentativas de aborto, mães com quadro depressivo durante ou depois da gestação, sofrimento fetal, rejeição, falta de amor, maus tratos e traumas de infância são algumas situações que podem desencadear patologias e pensamentos suicidas durante a vida adulta.

Quando alguma dessas coisas acontece, o bebê começa a sentir e registrar esses sentimentos e emoções como se fossem dele. Além disso, ele registra sentimentos de culpa, falta de merecimento e pulsão de morte, crescendo com a ideia de que não merece viver. Essas interpretações ficam armazenadas no inconsciente da pessoa, e podem se manifestar em qualquer momento da vida, especialmente após sofrer algum trauma.

Como o Método LOTUS pode ajudar

Uma das ferramentas mais utilizadas nos Treinamentos de Inteligência Emocional da SBie é a Reprogramação Emocional, uma técnica capaz de reprogramar os registros e sentimentos que estão no inconsciente de uma pessoa. A partir dessa estratégia, é possível ressignificar padrões e crenças que fazem a pessoa acreditar que não merece viver.

Centenas de pessoas chegaram ao Método LOTUS sem esperança, pensando em acabar com suas próprias vidas. Porém, ao entrar em contato com suas emoções e história de vida, encontraram a força que precisavam para recomeçar, redescobriram sonhos que estavam adormecidos e descobriram o único amor capaz de curar todas as dores: o amor

O SUICÍDIO À LUZ DA BÍBLIA

Pergunta: "Qual a visão cristã a respeito do suicídio? O que diz a Bíblia a respeito do suicídio?" Resposta: A Bíblia menciona seis pessoas específicas que cometeram suicídio: Abimeleque (Juízes 9:54), Saul (1 Samuel 31:4), o escudeiro de Saul (1 Samuel 31:4-6), Aitofel (2 Samuel 17:23), Zinri (1 Reis 16:18) e Judas (Mateus 27:5). Cinco deles eram homens pecadores e perversos (não se sabe o suficiente sobre o escudeiro de Saul para fazer um julgamento a respeito de seu caráter). Alguns consideram Sansão um exemplo de suicídio (Juízes 16:26-31), mas o seu objetivo era matar os filisteus e não a si mesmo. A Bíblia enxerga o suicídio da mesma forma que assassinato, pois isso é exatamente o que é - auto-assassinato. Cabe a Deus decidir quando e como uma pessoa deva morrer. De acordo com a Bíblia, o suicídio não é o que determina se uma pessoa ganha ou não acesso ao céu. Se um descrente cometer suicídio, ele não fez nada mais do que “acelerar” a sua jornada para o lago de fogo. Entretanto, no fim das contas, a pessoa que cometeu suicídio estará no inferno por ter rejeitado a salvação através de Cristo, não por ter cometido suicídio. O que a Bíblia diz sobre um cristão que comete suicídio? A Bíblia ensina que podemos ter a garantia da vida eterna a partir do momento em que verdadeiramente crermos em Cristo (João 3:16). Segundo a Bíblia, os cristãos podem saber que possuem a vida eterna sem qualquer dúvida (1 João 5:13). Nada pode separar um cristão do amor de Deus (Romanos 8:38-39). Se nenhuma "criatura" pode separar um cristão do amor de Deus, e até mesmo um cristão que comete suicídio é uma "coisa criada", então nem mesmo o suicídio pode separar um cristão do amor de Deus. Jesus morreu por todos os nossos pecados e se um cristão verdadeiro, em um momento de crise e fraqueza espiritual, cometer suicídio, esse pecado ainda seria coberto pelo sangue de Cristo. O suicídio ainda é um grave pecado contra Deus. Segundo a Bíblia, o suicídio é assassinato; é sempre errado. Deve-se ter sérias dúvidas sobre a autenticidade da fé de qualquer pessoa que afirmava ser um cristão, mas mesmo assim cometeu suicídio. Não há nenhuma circunstância que possa justificar que alguém, especialmente um cristão, tire a sua vida própria. Os cristãos são chamados a viver suas vidas para Deus e a decisão de quando morrer pertence a Deus e somente a Ele. Embora não esteja descrevendo o suicídio, 1 Coríntios 3:15 é provavelmente uma boa descrição do que acontece com um Cristão que comete suicídio. "Se o que alguém construiu se queimar, esse sofrerá prejuízo; contudo, será salvo como alguém que escapa através do fogo."


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