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  • Da redação

Camarinha apoia greve de caminhoneiros, critica alta do diesel e custos e sugere movimento contra ex


Deputado Camarinha com caminhoneiro em rodovia que ´passar por Marília: solidariedade e apoio

O deputado Abelardo Camarinha (PSB) manifestou seu apoio à greve nacional dos caminhoneiros. Eeles reivindicam:

A) Frete mínimo nacional.

B) Corte total do Imposto PIS/CONFINS sobre o diesel e Gasolina.

C) redução dos pedágios para caminhoneiros.

D) Fim da CIDE ( Parcialmente cumprido pelo governo)

E) Renegociação das dividas dos caminhoneiros.

F) Estradas em bom estado.

"Uma categoria de trabalhadores que há longos anos vem pagando um alto preço com as altas constantes do óleo diesel e dos pedágios, principalmente. Caminheiros que sofrem nas estradas, muitas delas em péssimo estado de conservação e outras com uma avalanche de pedágios que são verdadeiros roubos. Uma situação caótica que ficou insustentável e gerou essa greve justa que a categoria faz nesta semana, parando o país", disse Camarinha.

O parlamentar lembrou do alto custo dos transportes rodoviários de cargas. "Um pneu de caminhão custando R$ 3 mil. Os caminheiros gastando R$ 4 mil, R$ 5 mil de pedágios por mês, além dos altíssimos custos com combustível, dependendo das viagens, para tentar ganhar o sustento de suas famílias. Passou dos limites, não dá mais! Por isso apoiamos esse movimento e vamos continuar lutando para ajudar a reverter isso".

Camarinha afirmou que a greve tem sido válida e o governo federal já acena com redução no preço do diesel. "O óleo diesel é o sangue que circula nas veias do país e não pode ter um preço tão alto, às custas dos suor e sangue dos caminhoneiros, principalmente. Além disso, o transporte de passageiros em ônibus, vans e máquinas agrícolas também pagam esse alto custo".

O deputado disse que o próximo passo deverá ser um movimento pela redução nos preços dos pedágios. "Pelas estradas estaduais e federais do país, as concessionárias assolam os caminhoneiros e usuários, com tarifas absurdas e praticamente sem nenhuma contrapartida. Só cobram, exploram e faturam".

Camarinha lembrou que pode haver pedágios nas rodovias, mas em número reduzido e com tarifas justas. "Muitas concessionárias no Estado de São Paulo assolam os usuários sob a conivência e omissão do governo, além dos conchavos, como a recente denúncia comprovando que concessionárias de pedágios doaram R$ 43 milhões para a campanha eleitoral do PSDB, em 2014. O que arrancam dos bolsos dos sofridos caminhoneiros, dos usuários, dividem desta forma perniciosa".

Disse ainda que os altos custos dos pedágios e do óleo diesel atingem toda a população. "Isso pelos altos preços dos alimentos nos supermercados, remédios nas farmácias, outros produtos e serviços que dependem essencialmente do transporte rodoviário para chegarem em seus destinos, com absurdos custos dos fretes".


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