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Pioram crimes, badernas e riscos no Terminal Urbano. Prefeito Daniel Alonso não está nem aí e os usu

  • Da redação
  • 7 de jun. de 2018
  • 1 min de leitura

O Terminal Rodoviário Urbano de Marília virou numa lástima, um local onde passageiros e usuários se misturam com bandidos, desocupados, viciados em drogas e malandros de toda espécie.

"Virou terra de ninguém", comentou o vereador Marcos Rezende (PSD), líder do prefeito Daniel Alonso (PSDB), durante sessão camarária. Já o vereador Mário Coraíni (PTB) afirmou que "não teria coragem de passar por lá", comparando o local a redutos da chamada boca do lixo, da Capital Paulista.

Mas, os usuários do local são os que mais reclamam, pois o prefeito Daniel e vereadores não andam de ônibus. Os usuários sentem na pele os riscos do relaxo em que se transformou o Terminal Urbano, desde que as catracas do local foram retiradas no ano passado e aquilo virou acesso livre para marginais.

Já foram registrados por lá vários casos de brigas de gangues, pancadarias, badernas e até "corridas de cavalos". Além dos assaltos, furtos e roubos. No último deles, esta semana, uma estudante ficou sem a bolsa, cartões bancários, documentos pessoais e materiais escolares.

Passar pelo Terminal Urbano virou uma situação de risco pessoal. Nos mais recentes flagrantes, uma mulher urina no chão, durante o dia. Os banheiros também são locais de alto risco por lá.

Quando deixam o Terminal Urbano, os usuários embarcam nos ônibus das empresas de ônibus Grande Marília e Sorriso de Marília, que prestam maus serviços à população, com ônibus lotados e atrasados, demora nos percursos e mudanças de itinerários.


 
 
 

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