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  • Da redação

Novo comandante da PM cita redução da criminalidade e aponta novas metas de atuação da corporação em


Tenente coronel PM Marcos Boldrin na tribuna da Câmara, nesta segunda-feira (Reprodução TV Câmara)

Apontando baixos índices de criminalidade em Marília, de acordo com critérios da ONU (Organização das Nações Unidas) e elencando metas básicas de atuação do comando da corporação aqui na cidade, no combate ao crime, o novo comandante do 9° Batalhão da Polícia Militar do Interior (9° BPM/I), sediado em Marília, tenente coronel PM, Marcos Boldrin, usou a tribuna da Câmara Municipal por cerca de uma hora durante a sessão camarária desta segunda-feira (25).

Ele fez explanações atendendo pedido do Legislativo, através dos vereadores e policiais militares da reserva, Maurício Roberto e José Carlos Albuquerque.

Sobre os índices de criminalidade, ele citou como exemplo a média de 7 homicídios no relatório anual aqui na cidade. A ONU indica como seguras as cidades com até 10 homicídios por ano para cada 100 mil habitantes.

"Um fator que classificou Marília entre as quatro cidades mais seguras do Brasil, entre os municípios como até duzentos mil habitantes", disse o comandante, que assumiu o posto no último dia 11. A cidade com maior índice de homicídios nesse patamar no país é Queimados (RJ) com 130 homicídios/ano para cada 100 mil habitantes.

Boldrin mencionou que, ao contrário do que apontam alguns veículos midiáticos, Marília reduziu em 5% o número de roubos e furtos em Marília. "Em trabalho conjunto com a Polícia Civil, através do delegado Seccional, Wilson Frazão. priorizamos o combate aos roubos, pois esse tipo de ação pode evoluir de dano patrimonial para morte". No último ano, foram retiradas de circulação mais de 100 armas brancas (facas e similares) e de fogo.

O comandante do 9° Batalhão citou ainda como meta do órgão, a conquista Troféu de Gestão no grau Ouro (premiação da PM que analisa excelência de gestão). No ano passado, o 9° BPM/I conquistou o grau Prata. Nenhum órgão da corporação atingiu o grau Ouro nesta premiação, que analisa critérios como Liderança, Estratégias e Planos, Clientes, Sociedade, Informações e Conhecimento, Pessoas, Processos e Resultado.

"Os índices de criminalidade em Marília já estão magros, mas precisamos emagrecer o magro, o que é difícil, mas estamos trabalhando para isso com ênfase na produtividade e combate firme ao crime, que não significa forma violenta, mas atuação democrática e de repeito ao cidadão".

O novo comandante observou que há na comunidade uma sensação de insegurança repassada por programas de televisão que focam a violência no Rio de Janeiro. "Mas a nossa realidade, felizmente, é bem diferente".

Boldrin disse ainda que a meta do comando também é aproximar a Polícia Militar da Comunidade, através da reativação dos Consegs (Conselhos Comunitários de Segurança), da própria Câmara Municipal e outras instituições, na união de esforços visando o aumento da segurança da população. Ressaltou a pedido para que a comunidade continue denunciando crimes pelo 190 ou de forma sigilosa e mantendo o anonimato pelo telefone 181.

"Essa integração com a comunidade dentro da missão da Polícia Militar de proteção a comunidade, combater o crime, fazer cumprir a lei e manter a ordem pública".

O novo comandante classificou como "fantástico" o efetivo de 732 policiais militares em Marília, mas ressaltou que é preciso honrar a farda e que eventuais desvios e infrações devem ser denunciados para que os que agirem desta forma sejam expurgados da corporação.


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