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  • Da redaçáo

INSTALAÇÄO DO AME: Prefeito Daniel Alonso indica áreas do Estado e do Município, mas näo define nen


Prefeito Daniel Alonso na coletiva de hoje no gabinete

Indicação de prédios do Estado para o Estado. Esta foi uma das propostas apresentadas em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (24) pelo prefeito Daniel Alonso (PSDB), sobre a polêmica em torno da implantação de um AME (Ambulatório de Especialidades Médicas) em Marília.

O prefeito apontou, entre as áreas do Estado "abandonados aqui na cidade". o imóvel da antiga cadeia pública desativada, no centro da cidade (Rua Gonçalves Dias), o o prédio onde funcionava o NGA (antigo postão de saúde), na Avenida Santo Antonio, esquina com a Rua Joaquim de Abreu Sampaio Vidal e um prédio ao lado do Poupa Tempo(Corpo de Bombeiros), na Avenida das Indústrias. Citou ainda o prédio do antigo Cefam, na Vila Jardim, mas este já descartado pelo Estado.

Sobre os prédios alternativos do Município, apontou o prédio da Codemar, na Avenida Castro Alves e o antigo Bloco X, da Unimar.

Sobre este último imóvel, Daniel Alonso, disse que foi "exigência" do deputado Camarinha, que se reuniu com ele na tarde da última sexta-feira (20), na Prefeitura.

"Ele disse que traria o AME para Marília e seria instalado até dezembro, mas teria que ser no Bloco X, o que pra mim foi motivo de estranheza. Não deu nem direito pra mim pensar", comentou o prefeito. Falou que o referido prédio virou "crime de baratas porque ficou fechado durante toda a gestão passada".

O prefeito considerou "precipitada" a atitude do deputado Camarinha, em "exigir" um prédio para a instalaçáo do AME. "Até porque estamos em um período eleitoral", comentou.

O detalhe é que a principal alternativa do prefeito é pelo leilão do prédio, que deverá ser arrematado por uma empresa de Bauru.

Daniel Alonso afirmou que vai encaminhar uma relação de prédios disponíveis para o Governo do Estado fazer uma avaliação.

Em resumo, o prefeito Daniel Alonso falou sobre uma série de imóveis, entre estaduais e do Município, mas não definiu nenhum.

"Todos querem o AME em Marília e reforçamos esse pedido quando assumimos, ao governador daquele momento, Geraldo Alckmin, mas parou na dotação orçamentária, que é o que pega", disse.


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