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  • Da redação

Candidatos tucanos tentam se desgrudar dos rejeitados Daniel Alonso e Alckmin, que trouxe mais um pe


LÁ DOLCE VITA: Damasceno, Alckmin, Daniel Alonso e José Luiz - Tucanos unidos...

antes da campanha eleitoral

Candidatos a deputados pelo PSDB em Marília lutam para se desgrudar das imagens do prefeito Daniel Alonso e do ex-governador Geraldo Alckmin, ambos tucanos.

Os vereadores Wilson Damasceno (PSDB) e José Luiz Queiróz (PSDB), os tais candidatos, sumiram com as referências aos até pouco tempo "grandes companheiros".

Essa dupla andou grudada igual carrapato então candidato a prefeito Daniel Alonso, em 2016, fazendo todo tipo de fotos e criando factoides para vincular a imagem deles ao tucano hoje prefeito e ao então governador, Geraldo Alckmin. "Marília está com o coração feliz ao receber o governador Alckmin", dizia Damasceno.

Já José Luiz era a sombra de Daniel Alonso. Praticamente desconhecido em Marília (ele veio do Paraná), o "fiscal do Trabalho" aproveitou bem as "expectativas" em torno do dono da Casa Sol, que o apresentava como "um moço renovador", nas andanças de campanha.

Mas, como dizia Ulysses Guimarães, política é como as nuvens: você olha, estão de um jeito. Olha de novo, já mudaram.


Daniel Alonso com Damasceno e com José Luiz: tudo junto e misturado


E foram justamente as nuvens negras do hoje rejeitado governo Daniel Alonso que "afastaram" os dois então fortes aliados: Damasceno e José Luiz.

Desde a pré-campanha e já de olho nas urnas, essa dupla passou a fazer papel de críticos à atual administração, muitas vezes engrossando a voz e tentando até colar a imagem de opositores a Daniel Alonso. Muitas vezes, desceram o pau na Câmara e no outro dia já estavam perambulando pela Prefeitura.

Aliás, Damasceno nunca foi situação. Sempre se elegeu com discursos contrários às gestões municipais. Mais fácil assim" Agora, com a imagem vinculada a um governo com altos índices de rejeição, perdeu o discurso, embora tenta mantê-lo, mas não convence.

José Luiz é marinheiro de primeira viagem, deslumbrado pela eleição de 2016. Se acha a última bolacha do pacote e age como se ele tivesse "descoberto a pólvora em Marília", uma cidade, na visão passada por ele, como província, diante da "monumental Curitiba".

Agora que o presente de grego de Geraldo Alckmin ( o pedágio da SP-333) entrará em funcionamento, com cobranças de tarifas, a dupla de tucanos-candidatos viu o bicho pegar ainda mais para o lado deles.


Propaganda eleitoral cômica: tucanos sem rumo


Nas propagandas de campanha, trataram de sumir com as menções ao ex-governador tucano. Poucas peças trazem o nome (bem pequeno) de Alckmin. Fotos com o ex-governador, então, nem pensar!

Tentando se descolar de Daniel Alonso e sem rumo, Damasceno e José Luiz trataram de criar uma nova condição de autuação política, como escreveram em material de campanha: "nem situação, nem oposição". Cômico!


































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