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  • Da redação

Lavrador preso em flagrante abusando de garota de 15 anos, com problemas mentais, diz que "per


O lavrador Luis Carlos Ferreira, de 45 anos, relatou em depoimento na CPJ que "perdeu a cabeça" ao abusar de uma garota de 15 anos, com problemas mentais. Ele foi preso pela Polícia Militar na manhã desta sexta-feira (11), na Fazenda Nova Mandaguari, naquela cidade.

Conforme o B.O, a mãe da garota percebeu que a mesma havia saído de casa e foi procurá-la. Ao passar defronte a casa do acusado, que é vizinho dela na colônia de trabalhadores, ouviu sussurros e conheceu a voz da filha dela dizendo "tá doendo".

Ao notar que a porta da casa estava entreaberta, a mulher retirou os chinelos, entrou e flagrou o lavrador tentando colocar o pênis na vagina de sua filha, que dizia "tá doendo" e tinha expressão de choro. A menina estava com o shorts abaixado. A mulher gritou, rapidamente retirou sua filha do local e acionou a Polícia Militar. A prisão do elemento ocorreu durante uma Operação Especial coordenada pela delegada Darlene Rocha Costa, de Garça, que conduziu os trabalhos do flagrante.

A garota foi conduzida ao IML em Marília para constatação do estupro de vulnerável. O lavrador foi conduzido à CPJ, onde relatou que "a menina entrou em sua casa". Disse: "pedi para ela tirar a roupa. Eu perdi a cabeça, passei a mão nela e tentei colocar o pênis nela".

Ao ser questionado se sabia que a garota tinha problemas mentais e era menor de idade, o elemento não respondeu. Apenas fez movimento de "sim" com a cabeça. A garota não prestou depoimento porque estava chorosa e assustada. Durante os trabalhos do flagrante, permaneceu brincando com bonecas em um espaço capevido (destinado a trabalhos psicológicos com crianças), na CPJ. A Polícia Civil colheu os relatos da mãe dela.

"Um caso lamentável. Acreditamos até que não foi a primeira vez que esta garota foi abusada", disse a delegada Darlene.

O lavrador foi indiciado por abuso de vulnerável, teve a prisão preventiva requerida e na manhã deste sábado (12) seria encaminhado à Cadeia de Barra Bonita, destinada a autores de crimes sexuais. Caso condenado, o elemento poderá pegar de oito a quinze anos der prisão.

A delegada Darlene Rocha Costa coordenou os trabalhos da prisão em flagrante, em Garça


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