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  • Da redação

Tato apoia movimento dos servidores municipais, diz que foi "também foi traído com discurso me


O vice-prefeito Antonio Ambrósio, o Tato, esteve nesta sexta-feira (29) no Programa "Ponto de Vista", na TV Cidade (Canal 9). Disse que dá apoio ao movimento dos servidores municipais, que estão em estado de greve.

"Espero que o prefeito Daniel Alonso não esqueça que ele e eu fomos eleitos com apoio dos servidores e valorize eles. Aumento de 3% é ridículo", disse Tato.

"Ajudei daquela vez e estou com eles agora", afirmou o vice-prefeito, referindo-se ao apoio dado por ele à greve da categoria na gestão passada, de Vinícius Camarinha (PSB). "A reivindicação dos servidores é justa. Nós estamos no cargo por causa da ajuda deles e devemos ser justos, viu Daniel Alonso", comentou Tato, respondendo pergunta sobre ele ter sugerido aumento de 5% nos salários dos servidores municipais, "para pelo menos cobrir a inflação".

Ele criticou o aumento de 74% dado por Daniel Alonso aos procuradores da Prefeitura. "Um absurdo que fui contra, pois eles têm sucumbências (honorários sobre as causas). Mas pior que isso foi o prefeito que mandou projeto de aumento de salários para ele, para mim e secretários. Eu protocolei .oficio na Câmara totalmente contra isso, mas infelizmente o presidente da da Câmara não leu", afirmou Tato.

O projeto que tramita na Câmara prevê aumento de 16% nos salários do prefeito Daniel Alonso (quase R$ 20 mil), do vice-prefeito Tato (quase R$ 14 mil) e dos secretários municipais (quase R$ 10 mil).

"DISCURSO MENTIROSO"

Tato disse que o prefeito Daniel Alonso deve cuidar da cidade. "As ruas estão totalmente abandonadas", criticou. O vice-prefeito pediu "perdão" a quem votou nele.

"Perdão a quem confiou naquele discurso do qual eu participei, o qual era mentiroso e que não está sendo cumprido. Peço perdão a quem votou em mim pensando que ia mudar", afirmou o vice-prefeito.

'GOLEIRO RESERVA"

"Quando fui chamado por ele (Daniel Alonso) para ser candidato a vice, na casa dele, ele disse que gostaria de ser prefeito e eu costumo acreditar na palavra dos homens. Mas, na primeira reunião na Prefeitura ele disse: eu sou o goleiro titular e você é o reserva. A caneta tá na minha mão. Ele falou isso pra mim", contou Tato.

Ele relatou sobre aprovação de loteamentos em bairros nobres de Marília. "Queriam (a Prefeitura) estrangular a cidade e eu fui contra. Coisas erradas se resolve por bem ou vai para o Ministério Público. Mandei para o MP e eles não gostaram disso", comentou Tato.

A questão de loteamentos foi o pivô da crise de relacionamento que levou Tato a romper oficialmente com Daniel Alonso, no final do ano passado.

CONCORRÊNCIA DOS UNIFORMES

Daniel Alonso e o chefe de gabinete, Márcio Spósito: "acerto de concorrência à portas trancadas", diz Tato


Na entrevista de hoje, Tato acrescentou mais um capítulo nas "coisas erradas" que na Prefeitura.

"Eu estava mo gabinete com o prefeito quando um secretário avisou ele: o pessoal dos uniformes está aí para acertar. Então ele e o Márcio (Spósito, chefe de gabinete) foram para uma sala e trancaram a porta. Por que se trancaram em uma sala para tratar de uma concorrência, sendo o que o vice-prefeito estava lá e deveria ter participado da concorrência? Trancaram a sala e eu fiquei de fora", lembrou Tato.

Ele disse que saiu do governo "porque não tinha mais condições. Vocês (eleitores) foram traídos como eu fui traído. Ele (Daniel Alonso) pensa em ganhar a eleição sozinho, mas mais pra frente ele vai ver", disse Tato, em tom misterioso e ameaçador.


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