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  • Da redação

Prefeito Daniel Alonso não se manifesta sobre julgamento do TJ, após investigação pelo Gaeco de caix


O prefeito Daniel Alonso (PSDB) ainda não se manifestou sobre o julgamento agendado pela 7ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, sobre investigações realizadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), relacionadas à denúncia de possível caixa 2 "com a finalidade de prestar auxílio financeiro a vereadores que compõem a base aliada da Prefeitura na Câmara.O julgamento acontecerá no próximo dia 12. O caso foi divulgado com EXCLUSIVIDADE ontem pleo JP.

O teor do julgamento é sigiloso, mas o JP apurou que o prefeito foi alvo de Procedimento Investigatório Criminal pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Núcleo de Bauru, com base em denúncia de possível caixa 2 "com a finalidade de prestar auxílio financeiro a vereadores que compõem a base aliada da Prefeitura na Câmara Municipal". O relator dos autos é o desembargador Otávio Rocha.

MENSALÃO DE R$ 500 MIL LEVOU CHEFE DE GABINETE

DA PREFEITURA DE MARÍLIA PARA A CADEIA

Nelsinho com o prefeito Mário Bulgareli: esquema de mensalão e corrupção


Em dezembro de 2011, o então chefe de gabinete da Prefeitura de Marília, Nelson Grancieri, o Nelsinho, foi preso pela Polícia Federal, acusado de manter um esquema de mensalão para apaniguados políticos.

Um pen drive com cerca de 80 nomes de beneficiários do esquema de corrupção foi apreendido pela PF na casa de Nelsinho e passou por perícia no Gaeco, revelando, que ele gastava cerca de R$ 500 mil mensais para cooptar políticos e aliados e manter apoio político à gestão do ex-prefeito Mário Bulgareli.

Naquela oportunidade, foi deflagrada uma operação do Gaeco e da Promotoria de Justiça de Marília, em conjunto com a Polícia Federal.

Afastado dos dois cargos que acumulava na Prefeitura (chefe de gabinete e secretário da Fazenda), por força de decisão em Ação Civil pública movida pelo MP. Ele teve prisão preventiva decretada pela 1º Vara Criminal da Comarca de Marília a pedido da Promotoria local e do Gaeco, cujos promotores denunciaram o secretário por crimes de concussão, lavagem de dinheiro, corrupção e coação a testemunhas.


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