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  • Da redação

Mototaxista que assassinou a professora Elisabete irá a júri popular e poderá pegar até 30 anos de c


O mototaxista Jefferson Carlos da Silva, de 29 anos, que no dia 10 de janeiro do ano passado assassinou brutalmente a facadas a professora Elisabete Aparecida Ribeiro, de 37 anos, irá a júri popular, conforme decisão da Justiça Estadual. Ele poderá pegar até 30 anos de cadeia.

O CRIME

Um bárbaro crime chocou a população de Marília na manhã do dia 10 de janeiro de 2018, Naquela quarta-feira, o mototaxista Jefferson Carlos da Silva, de 28 anos, assassinou a professora Elizabete Aparecida Ribeiro, de 37 anos, com diversas facadas no pescoço. Ele já tinha passagem pela polícia por denúncia de violência doméstica.

O CASO

Elizabete foi morta a facadas desferidas por Jefferson, seu namorado, no apartamento onde morava sozinha, no Residencial Palmital, na Zona Norte de Marília.

O assassino fugiu do local em uma motocicleta, O rapaz foi até a casa de familiares, na Vila Altaneira, onde chegou sujo de sangue e dizendo que "tinha feito uma besteira sem volta" revelou o crime à mãe a à uma irmã e falou ainda que "jamais iriam vê-lo de volta".

A irmã dele foi até o apartamento de Elizabeth e em companhia da síndica do condomínio, chamaram pela professora, que não respondia. Apenas o cachorro latia no apartamento. A polícia foi acionada, arrombou a porta e encontrou a vítima já sem vida, com diversos golpes de faca no pescoço.

Elizabete dava aulas na Emef Américo Capelozza. Também lecionou na Emef Edmea Sola. O corpo da professora foi transladado para Lins, onde moram seus familiares.

A PRISÃO

O assassino foi preso em março de 2018 por uma equipe da Delegacia de Defesa da Mulher de Marília, comandada pelo delegado Sebastião de Castro. A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Marília também atuou nas investigações deste caso. Ele estava em Praia Grande (SP).

“Apesar de não parecer muito, ele diz estar arrependido. Nós iremos levá-lo de volta para Marília amanhã (2). Por volta do meio dia estaremos na Central de Polícia Judiciária. Ele disse que irá dar sua versão também para a imprensa quando chegar em Marília”, disse o delegado em entrevista. O rapaz foi preso quando vendia produtos na areia da praia. Ele tem uma tia que reside naquela cidade.











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