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  • Da redação

Mãe denuncia falta de assistência e dificuldades após a filha cair de cadeira de rodas com problemas


Thaisy e a filha de 8 anos que já tinha problemas de locomoção e ainda quebrou os dois fêmur em queda acidental de cadeira de rodas com defeitos em Emef na Zona Oeste

A mãe de uma criança de 8 anos, que sofreu uma queda acidental de cadeira de rodas com problemas no dia 16 de maio passado na Emef "Professor Nelson Gabaldi", na Zona Oeste de Marília, denunciou nesta quinta-feira (12) ao JP a falta de assistência por parte da Prefeitura e extremas dificuldades financeiras. A menina caiu da cadeira de rodas fornecida pela Escola e quebrou os dois fêmures (ossos da coxa).

"Após esse acidente na escola, minha filha teve que fazer duas cirurgias no Hospital das Clínicas, não pode mais colocar os pés no chão e nem estudar. Estamos numa situação muito difícil e sem assistência nenhuma", relatou Thaisy Garcia, de 38 anos, que tem outro filho de 7 anos também com deficiência nas duas pernas e usa cadeira de rodas. As duas crianças tiveram problemas na gestação e nasceram prematuros. Um terceiro filho dela, de 12 anos, não tem problemas de saúde. Todos são filhos do mesmo pai, o ex-marido dela, que paga uma pensão mensal de R$ 400.

A menina passou por duas cirurgias após a queda acidental e hoje não consegue colocar os pés no chão

"A cadeira de rodas fornecida pelas escola, conforme eu me informei na época, estava com problemas e não tinha o cinto de segurança. Conversei com a diretora da escoa e ela disse que não tinha sido avisada disso", afirmou a mãe da criança.

Ela lembrou que alguns dias após o acidente, uma assistente social da Prefeitura esteve na casa dela, na Zona Oeste da cidade. "Mas depois sumiu e nunca mais voltou. Fiquei sem nenhum apoio e nesta situação mais difícil ainda", disse Thaisy.

A dona de casa afirmou que gasta cerca de R$ 600 com medicamentos por mês. "Após as cirurgias, minha filha passou a tomar outros remédios e os gastos aumentaram", explicou. Ela disse que recebe ajudas "de vez em quando" e de um tio.

Thaisy esteve nesta quarta-feira na Corregedoria-geral do Município, buscando informações sobre a apuração do caso. "Mas nada foi resolvido, ainda", disse. Ela conversou informalmente com a corregedora Valquíria Galo Alves.

"Estou cansada de andar, ir atrás de ajuda, mas nada eu consigo", relatou.

Como a Prefeitura está encerrando o expediente as 14h, o JP não conseguiu informações junto à assessoria do prefeito Daniel Alonso (PSDB), sobre este caso.













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