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  • Da redação

Desorganização e baderna na eleição para o Conselho Tutelar em Marília gera onda de reclamações e mu


Eleição para escolha dos membros do Conselho Tutelar de Marília, que começou as 8h deste domingo, (6), virou confusão e baderna. Antes das 8h (horário de início oficial da votação) já havia uma grande fila na porta e imediações do CEEJA (uma escola) na Rua 24 de Dezembro, área central da cidade.

Segundo informações obtidas pelo JP, a empresa (de São Paulo) que organiza a eleição (com apoio da secretaria municipal de Assistência Social), começaram a ligar os equipamentos eletrônicos por volta das 9h. Com a previsão de cerca de 10 mil eleitores, a maior concentração estava prevista mesmo para o período da manhã. Isso tudo em apenas uma escola. Também houve muitas reclamações de candidatos sobre ação de boca-de-urna e lobby de igrejas influenciando eleitores. Pelas normas, candidatos não poderiam ficar no local da votação.

As reclamações e confusões criaram um clima de revolta e muita gente que estava na fila, ou chegando para a votação, acabou desistindo e indo embora. A eleição para escolha dos conselheiros termina as 14h.

Serão eleitos 10 conselheiros, que atuarão no período 2020-2024. O salário é de R$ 3.462,75 mensais, com o compromisso de zelar pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), atuando em situações de vulnerabilidade, abandono e violação de direitos.

Atualmente, Marília tem duas unidades do Conselho Tutelar (I e II) atendendo no mesmo endereço, com cinco membros cada. A função exige dedicação exclusiva, sendo incompatível com outro emprego no serviço público ou iniciativa privada.







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