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  • Da redação

Assessor da Prefeitura questiona "carga de exigências em cima da hora" e vincula interdiçã


O assessor de Imprensa da Prefeitura de Marília, Fábio Conti, comentou em um grupo de Whatsapp que a interdição do Estádio Municipal "Bento de Abreu Sampaio Vidal", por problemas apontados em laudos de vistorias do Corpo de Bombeiros, pode estar vinculada "ao cancelamento da cobrança da taxa de Bombeiros no atual governo". E acrescentou: "tem real relação com os fatos..essa carga de exigências em cima da hora durante um campeonato em execução é realmente muito estranho", postou o assessor do prefeito Daniel Alonso (PSDB).

A chamada taxa dos Bombeiros só foi extinta após uma Ação de Inconstitucionalidade movida na Justiça pela Câmara de Marília.

"ORDENS DO MESMO LUGAR"

Conti também questionou: "será que a ordem de vistoria rígida veio do mesmo lugar que pede pro Águia dar umas passeadas em Marília quando se lembra dele", referindo-se à promessas de campanha do deputado estadual Vinícius Camarinha (PSB), de instalar uma base do Helicóptero Águia da Polícia Militar em Marília.

Também apontou questões eleitorais na interdição do Estádio. "Essa enormidade de exigências sem fim em pleno ano eleitoral e em cima de um campeonato ... tem muito mais interesse por traz disso do que realmente zelo e cuidado com a torcida...Isso tem cheiro de mutreta das bravas" suspeitou o assessor da Prefeitura nas postagens.


Prefeito Daniel Alonso com comandantes da Polícia Militar na manhã de hoje no Estádio Municipal








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