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  • Da redação

PIB de Marília e região volta a cair. Setores da indústria, agropecuária, comércio e serviços são os


O PIB (Produto Interno Bruto) na Região Administrativa de Marília (formada por 51 municípios) caiu 2,0% no acumulado de 12 meses do ano passado. Os números foram divulgados esta semana pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).

O PIB representa a soma, em valores monetários, de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região, durante um certo período.

Os principais índices que compõem o PIB mariliense são a indústria, a agropecuária e a arrecadação de impostos.

O PIB de Marília, em torno de R$ 7,9 bilhões, é o segundo maior entre as cidades do mesmo porte na região, perdendo apenas para Bauru, que registra praticamente o dobro, com PIB em torno de R$ 12,7 bilhões

DESACELERAÇÃO

A desaceleração econômica é observada desde o último trimestre de 2018 e segue até o período mais recente analisado pelo Seade, o conjunto julho/agosto/setembro de 2019.

Um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia, o PIB mensura a atividade econômica, que inclui o desempenho de setores como administração pública, agricultura, indústria, serviços e comércio.

Além das atividades industrial e agropecuária, o segmento de comércio e serviços, que era um dos principais responsáveis por puxar o índice de forma positiva, também recuou, reduzindo a velocidade de crescimento.

OUTRAS CIDADES

Outras regiões administrativas do Estado também vivem a desaceleração econômica. Das 16 regiões administrativas paulistas consideradas pelo Seade, oito tiveram resultado negativo na comparação trimestral acumulada em 12 meses: São José do Rio Preto (-0,5%), Marília (-2,0%), Franca (0,0%), Presidente Prudente (-0,3%), Araçatuba (-1,9%), Barretos (-3,5%), Central (-0,6%) e Registro (-1,5%).

"A indústria vai relativamente mal por causa da atividade de alimentos, que vem passando por um ano muito difícil em todo o Estado. O que vinha segurando a atividade e também desacelerou foi o setor de serviços, tanto o prestado às empresas quanto o prestado às famílias", segundo Vagner Bessa, gerente de Indicadores Econômicos da Fundação Seade.. "A agropecuária também não está bem, há queda na cadeia produtiva do agronegócio", completa ele.


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