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  • J. POVO- MARÍLIA

Exames da Delegacia Tributária comprovam a má qualidade de combustíveis em posto que usa marca falsa


Após fiscalização e notificação do Procon e lacração de bombas por fiscais do Ipem (Instituto de Pesos e Medidas), com apoio da Polícia Civil, a Delegacia Regional Tributária de Marília comprovou através de testes oficiais a má qualidade de etanol e gasolina vendidos no "Posto Marília Flex" (localizado na Avenida Tiradentes).

O estabelecimento já foi notificado sobre a comprovação de "alterações" na qualidade de amostras de combustíveis coletadas no estabelecimento.

Laudos indicaram que ensaios realizados pela Central Analítica do Instituto de Química da UNICAMP, "atestaram a desconformidade desses combustíveis com as especificações estabelecidas pelos atos normativos indicados".

Os exames de amostras de combustíveis são realizados de acordo com normas da ANP (Agência Nacional de Petróleo).

Publicações da Delegacia Regional Tributária no Diário Oficial do Estado notificou o Posto a apresentar defesa "em razão da decorrente instauração de procedimentos para cassação da eficácia da inscrição estadual supra... e aplicação das demais penalidades previstas na Lei".

BOMBAS LACRADAS

No início de fevereiro, o posto teve as bombas de gasolina e etanol lacradas por suspeita de adulteração e fraudes na medição dos litros. A operação conjunta do Procon, Polícia Civil e Ipem foi realizada depois que consumidores denunciaram a má qualidade dos combustíveis vendidos no local.

FALSA MARCA DA "PETROBRAS"

Apesar da notificação pelo Procon, há quase dois meses, o referido posto (ao lado do Burger King), continua com características falsas e a marca "Petrobras" na fachada e cores ligadas à distribuidora, apesar de não ter há muito tempo nenhum vínculo com a Petrobras.

O Posto atua com "bandeira branca", ou seja, sem vínculo com distribuidoras de marca.

O gerente do posto foi notificado pelo Procon por propaganda enganosa, mas ignorou as advertências e o posto continua funcionando até hoje da mesma forma.

O valor da multa por propaganda enganosa varia de R$ 900 a R$ 9 milhões.











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