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  • Da redação

População corre para comprar e estocar gás de cozinha. Depósitos em Marília já estão sem o produto


Há cerca de uma semana começou na capital paulista uma correria e formação de grandes filas da população para compra de botijões de gás de cozinha. O preço do botijão por lá chegou a absurdos R$ 130 em alguns depósitos.

Resultado: os depósitos forma esvaziando os estoques, o povo armazendo o produto e as distribuidoras passaram a ter falta de botijões vazios para envazamento do gás.

A situação foi apertando e com o passar dos dias começaram as filas de caminhões nas distribuidoras para carregar o produto. Mas, cada caminhão conseguiu carregar apenas metade dos pedidos.

Além disso, há uma prática entre as distribuidoras para troca de botijões vazios, cada qual a com a sua marca, o que acaba demandando tempo, também.

PROBLEMA EM MARÍLIA

Pedro do Gás diz relata problemas de abastecimento pelas distribuidoras

Em Marília, boa parte dos cerca de 60 depósitos de gás de cozinha ja´está sem o produto para revenda. O empresário Pedro Caetano, do Gás Santa Luzia, na Zona Norte, disse ao JP que um caminhão aguardou na fila em uma distribuidora de Bauru desde a última segunda-feira (23) até esta sexta-feira (27) para carregar e conseguiu apenas metade do pedido.

"O mesmo está acontecendo nas distribuidoras em Paulínia", explicou o empresário.

Ele acredita que a situação será normalizada pelo menos um mês após acabar esse correria. "O mesmo que ocorreu durante a greve dos caminhoneiros", lembrou. O preço médio do botijão de cozinha em Marília é de R$ 80, mesmo valor desde setembro do ano passado.






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