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  • Redação

Câmara de Marília já rejeitou quatro pedidos de processos de cassação contra vereadores e o prefeito

A Câmara de Marília votara na sessão da próxima segunda-feira (31), o pedido de abertura de Comissão Processante por quebra de decoro parlamentar contra a vereadora professora Daniela Alves (PL) e o prefeito Daniel Alonso (PSDB). No caso do prefeito, por improbidade administrativa pelo fato dele ter nomeado a parlamentar em cargo comissionado na Prefeitura (auxiliar de direção de Emef).

REJEIÇÃO DE PEDIDOS DE COMISSÕES PROCESSANTES

A Câmara de Marília já rejeitou quatro pedidos de aberturas de processos (Comissões) na atual legislatura. Dois contra vereadores e dois contra o prefeito Daniel Alonso.

JOÃO DO BAR

Em março de 2018, houve pedido de Comissão Processante contra o vereador João do Bar (Progressistas), que foi votado e rejeitado por unanimidade. O pedido foi protocolado por Altair Vieira, presidente da A-Socianorte (Associação de Moradores da Zona Norte).

"Desde o protocolo do pedido na Câmara, sem qualquer fundamentação jurídica, já ficou claro que se tratava de politicagem. O autor do pedido era assessor de adversários políticos meus, que perderam as eleições e não se conformaram, ainda. Além disso, ele (o autor) vinha me pedindo para ajudá-lo a ser nomeado em cargos comissionados. Como eu disse não ele inventou assuntos de natureza pessoal e doméstica e protocolou esse pedido absurdo", disse João do Bar.

MÁRIO CORAÍNI: 'ENFIEM O VOTO NO RABO"

Em setembro do mesmo ano, a Câmara rejeitou pedido de abertura de CPI contra vereador Mário Coraíni (PTB). O autor do pedido, engenheiro e ex-vereador, Roberto Monteiro, pediu a cassação do vereador pela quebra de decoro parlamentar, apontando um "ato deplorável" de Coraíni, que agrediu com xingamentos um pedinte em frente uma agência bancária da cidade. As cenas foram gravadas em vídeo e viralizaram nas redes sociais, com milhares de manifestações de repúdio da população ao ato do vereador. "Vai pastar, você tem que comer grama, mesmo, vagabundo", disse em altos brados o vereador ao homem necessitado que pedia esmolas

Outro motivo: Coraíni também agrediu verbalmente manifestantes durante uma sessão e mandou eles enfiar seus votos no rabo. "Não estou aqui à procura de voto. Não quero voto de ninguém, tá? Enfiem no rabo", esbravejou. O pedido de abertura de processo contra ele também foi rejeitado por unanimidade.

PREFEITO JÁ ESCAPOU DUAS VEZES DA GUILHOTINA

O prefeito Daniel Alonso escapou duas vezes da guilhotina em processos e comissões na Câmara. A primeira foi em novembro de 2017, quando o carnavalesco Eduardo Lobato, o Alemão, protocolou pedido de abertura de Comissão Processante para cassar o prefeito. O motivo foi, segundo o relatório, a contratação irregular do diretor do Observatório de Segurança e Cidadania, Kedney Simão, sem diploma universitário, o que é exigido para o cargo. O pedido foi rejeitado por unanimidade.

A segunda tentativa de abrir processo para tentar cassar Alonso foi na sessão camarária desta semana. O pedido foi feito pelo advogado Paulo Roberto Amado Júnior, alegando supostos crimes de responsabilidade e improbidade administrativa, resumidos em três justificativas: “exercício em empresa particular durante o mandato, propaganda político-partidária e/ou pessoal à administração pública e inversão da ordem cronológica dos pagamentos sem comprovação de vantagem ao erário”. O pedido de CPI foi rejeitado por 11 onze. Apenas o vereador Danilo da Saúde (PSB) votou a favor da proposta.











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