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  • Redação

Sob forte pressão popular e manifestações de redes sociais, Câmara votará nesta segunda-feira pedido


A Câmara de Marília votará na sessão desta segunda-feira (31), sob forte pressão popular e manifestações intensas em redes sociais, além da polêmica ter se alastrado praticamente por todo o país, o pedido de abertura de Comissão Processante por quebra de decoro parlamentar contra a vereadora professora Daniela Alves (PL) e por improbidade administrativa contra o prefeito Daniel Alonso (PSDB).

São necessários sete votos favoráveis dos doze vereadores votantes (o presidente só vota em caso de empate) para abertura do processo. Como a vereadora alvo do pedido está impedida de votar pelo Regimento Interno, foi convocado o suplente Samuel da Farmácia. Ele estará presente na sessão remota porque o primeiro suplente do PL, Silvio Harada, recusou a convocação, entendendo que ele tem "interesse direto" na causa.

O pedido de abertura de CP foi protocolado pelo advogado Marcos Manteiga, de São Paulo Na sessão camarária da segunda-feira passada (24) os vereadores já rejeitaram um pedido de Comissão Processante contra Alonso. Foi o segundo pedido rejeitado contra ele.

A probabilidade é que o pedido seja aprovado com dez votos favoráveis. O vereador Cícero do Ceasa (PL), companheiro que partido da vereadora e cotado como possível candidato a vice na chapa do prefeito Daniel Alonso (na disputa pela reeleição) deve votar contra a abertura da CP. Já sinalizou assim na sessão passada. Outra dúvida é o vereador Mário Coraíni (PTB), que se manteve "!pianinho" durante toda a polêmica.

ATIVIDADES E PRAZOS DA COMISSÃO

A Comissão Processante, caso seja aprovada sua abertura na segunda-feira, será composta por 3 vereadores (presidente e dois membros), escolhidos por sorteio.

Eles conduzirão o processo com oitivas dos envolvidos e de eventuais testemunhas e poderão pedir, assim como a defesa dos envolvidos, perícias em áudios e documentos.

A Comissão Processante terá prazo de 90 dias para conclusão dos trabalhos, mas seus integrantes podem pedir prorrogação pelo mesmo período. Caso isto ocorra, é possível que o processo não seja concluído até o final da atual legislatura e a parlamentar escape de uma eventual cassação.

Na votação para cassação do mandato, após o final da CP e se o relatório da mesma assim concluir, serão necessários 9 votos para sua aprovação.





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