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  • Redação

ESCAPOU, DE NOVO! Pela terceira vez, vereadores livram o prefeito Daniel Alonso de processo de cassa


Pela terceira vez na atual Legislatura, vereadores da Câmara de Marília livraram o prefeito Daniel Alonso (PSDB) da abertura de um processo de cassação do mandato. A votação ocorreu na sessão camarária desta segunda-feira. Dois pedidos foram em prazo relâmpago, sendo um na semana passada e outro hoje.

Por 7 votos contra a abertura do processo e 4 a favor, Alonso está livre de responder pelo ato de improbidade administrativa apontado na denúncia, ou seja, a nomeação da vereadora professora Daniela Alves (PL) em cargo comissionado de auxiliar de direção na Emef "Professor Paulo Freire", na Zona Sul de Marília.

VOTARAM A FAVOR DO PROCESSO DE CASSAÇÃO DO PREFEITO

- Luiz Nardi (Podemos)

- Danilo da Saúde (PSB)

- Maurício Roberto (Progressistas)

- Marcos Custódio (Podemos)

VOTARAM CONTRA A ABERTURA DO PROCESSO

- Wilson Damasceno (PSDB)

- José Luiz Queiroz (PSDB)

- José Carlos Albuquerque (PSDB)

- Evandro Galete (PSDB

- Mário Coraíni (PTB)

- João do Bar (Progressistas)

- Cícero do Ceasa (PL)

(OBS): O presidente da Câmara, Marcos Rezende só votaria em caso de empate e a vereadora Daniela Alves ficou impedida por ser parte da representação

ESCAPOU OUTRAS DUAS VEZES

Antes da votação desta segunda-feira (31), o prefeito já havia escapado duas vezes da guilhotina em processos e comissões na Câmara. A primeira foi em novembro de 2017, quando o carnavalesco Eduardo Lobato, o Alemão, protocolou pedido de abertura de Comissão Processante para cassar o prefeito. O motivo foi, segundo o relatório, a contratação irregular do diretor do Observatório de Segurança e Cidadania, Kedney Simão, sem diploma universitário, o que é exigido para o cargo. O pedido foi rejeitado por unanimidade.

A segunda tentativa de abrir processo para tentar cassar Alonso foi na sessão camarária da semana passada. O pedido foi feito pelo advogado Paulo Roberto Amado Júnior, alegando supostos crimes de responsabilidade e improbidade administrativa, resumidos em três justificativas: “exercício em empresa particular durante o mandato, propaganda político-partidária e/ou pessoal à administração pública e inversão da ordem cronológica dos pagamentos sem comprovação de vantagem ao erário”. O pedido de CPI foi rejeitado por 11 onze. Apenas o vereador Danilo da Saúde (PSB) votou a favor da proposta.








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