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Polícia prende militar do Exército investigado por pedofilia e estupro de vulnerável. Ele já havia s

Suspeito estava foragido desde agosto deste ano; ele já havia sido preso em fevereiro, quando pagou fiança de R$ 10 mil


A Polícia Civil de Lins (70 quilômetros de Marília) prendeu um homem de 62 anos investigado por pedofilia e estupro de vulnerável, que estava foragido desde agosto deste ano. O indiciado foi localizado neste final de semana em uma propriedade na zona rural de São Pedro, região de Piracicaba. O suspeito é militar da reserva do Exército Brasileiro e já havia sido preso em fevereiro deste ano, mas foi solto após pagar fiança de R$ 10 mil. As vítimas seriam duas meninas, de 11 e 13 anos.

Conforme divulgado pelo JC em 25 de fevereiro deste ano, investigadores da Polícia Civil de Lins receberam várias denúncias de que A.C.H. (apenas as iniciais foram divulgadas) era visto com adolescentes no comércio da cidade e passaram a acompanhar a movimentação dele. Então, após serem comunicados de que o homem estava com duas crianças e acabara de comprar produtos infantis, os policiais iniciaram um acompanhamento a distância.

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Segundo a polícia informou na época, o suspeito entrou em seu veículo com as meninas - uma criança de 11 anos e uma adolescente de 13 anos - e seguiu até um sítio na zona rural de Lins. Os três foram abordados no local, sendo encontradas em seu aparelho celular imagens íntimas das jovens, tiradas no mesmo dia. Eles foram conduzidos à Central de Polícia Judiciária (CPJ) do município, onde as vítimas foram ouvidas e o indiciado foi autuado em flagrante por suspeita de abuso sexual e pedofilia.

Porém, na audiência de custódia, ele foi solto após pagar fiança de R$ 10 mil. De acordo com a Polícia Civil, o Ministério Publico (MP) recorreu da decisão, que foi reformada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). O desembargador do caso expediu uma nova ordem de prisão em agosto, entretanto, até então, o suspeito não havia sido localizado pelos investigadores.

A.C.H. foi levado até Piracicaba, onde foi dado cumprimento ao mandado de prisão. A Polícia Civil segue investigando o caso.

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