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  • Redação

Uma candidata a vereadora recebeu um voto e outras duas nenhum voto, em Marília. No Brasil, 6,3 mil

Nas eleições do dia 15 novembro, 6.372 candidatas em todo o Brasil (das 173 mil que disputaram vagas para vereador) tiveram apenas um ou nenhum voto. Três candidatas em Marília contribuíram para essas estatísticas.

Duas delas não tiveram nenhum voto. Maria Aparecida (Pros) e a comerciante Ellen Paty (PTC). Não consta no site do TS que elas tenha renunciado ás candidaturas. Isso em um universo de 107.234 votos válidos para vereador, aqui na cidade.

DIFICULDADES DE PREENCHER VAGAS COM MULHERES

As regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) obrigam cada partido a preencher 30% das vagas na chapa de candidatos a vereador com mulheres. Ou seja, seis mulheres entre 20 candidatos por partido.

Os partidos que não preencheram as vagas femininas ficaram sujeitos à impugnação completa pela Justiça Eleitoral.

Dirigentes da maioria dos partidos sempre reclamaram das dificuldades em "conseguir" mulheres para preencher as referidas vagas. Mulheres boas de voto (acima de 50 votos já são qualificadas assim) são "disputadas a tapas".

Nesse contexto, milhares de candidatas em todo o país fornecem nomes e dados como pré-candidatas, mas após os registros das candidaturas acabam desistindo da empreitada e nem mesmo votam nelas próprias. Muitas delas, apesar de receberem verbas do Fundo Eleitoral. Desde 2018, partidos devem destinar, no mínimo, 30% do fundo eleitoral para campanhas femininas. Quem não cumprir a regra pode ter as contas rejeitadas, os repasses suspensos e ser obrigado a devolver o dinheiro.

DUAS MULHERES ELEITAS ESTE ANO, EM MARÍLIA

Vereadora professora Daniela Alves e Vânia Ramos

A Câmara de Marília dobrou a representatividade feminina. Na próxima legislatura (2021/2024) serão duas mulheres no plenário. Além da atual vereadora Daniela Alves (PL), que s reelegeu com 1.898 votos (em 2016 ela obteve 2.439 votos) o legislativo municipal terá a servidora pública municipal Vânia Ramos (Republicanos), que se elegeu com 2.032 votos. Ela é ligada à Igreja Universal.

Daniela se reelegeu em plena polêmica e investigada na chamada "CP da Carteirada", que segue em curso na Câmara Municipal e deve ser concluída nas próximas semanas.

PRESENÇA

A primeira mulher eleita para a Câmara de Marília foi Cleuza Pontes (ligada à Igreja Universal), em 1992. Em 2004, foi eleita a professora Edith Sandes Salgado e a professora Sônia Tonin (2004/2008 e 2012/2016).


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