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Desavenças por dívidas motivaram assassinato de comerciante, diz a polícia

  • Foto do escritor:  J. POVO- MARÍLIA
    J. POVO- MARÍLIA
  • há 4 dias
  • 2 min de leitura

Atualizado: há 2 dias

A Polícia Civil, através da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), divulgou Nota neste sábado (17), informando que o assassinato do comerciante Rafael Francisco Alves Ferreira, de 37 anos, dono de uma adega no bairro Santa Antonieta, zona norte de Marília, nesta sexta-feira (16), ocorreu após uma sequência de fatos relacionados a uma relação financeira irregular entre a vítima e os envolvidos. As investigações foram ágeis e conduzidas pelo delegado dr. João Carlos Domingues.

"Conforme os elementos preliminarmente colhidos na investigação, há indícios de que a vítima praticava empréstimos de dinheiro a juros, situação conhecida como agiotagem, mantendo vínculo financeiro com os investigados", menciona a Nota.

Nesta sexta-feira (16), conforme as investigações, Rafael teria comparecido novamente ao estabelecimento comercial dos devedores, ocasião em que passou a agredir fisicamente um deles.

"Durante o episódio, a vítima teria demonstrado a intenção de levá-lo à força para outro local, possivelmente para constrangimento ou intimidação, circunstância que é objeto de apuração.

Diante da situação, o irmão da pessoa agredida interveio, apoderando-se de um martelo e desferindo golpes contra a vítima, que veio a óbito ainda no local", citou a Nota da Polícia Civil.

Após o ocorrido, os envolvidos colocaram o corpo da vítima no interior de seu próprio veículo, acomodando-o no banco traseiro e envolvendo-o em papelões. Em seguida, deslocaram-se até o município de Pompéia, por uma estrada de terra acessada através da cidade de Oriente, onde, utilizando um galão de gasolina, atearam fogo no automóvel.

Antes de se deslocarem ao município de Pompéia, os executores do crime subtraíram alguns objetos que estavam em poder da vítima, consistentes, em tese, em peças aparentando tratar-se de joias.

Referidos bens foram posteriormente localizados e apreendidos na residência dos investigados, sendo devidamente recuperados e incorporados aos autos da investigação.

"As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos, com a análise técnica das provas, oitivas de testemunhas e adoção das providências legais cabíveis", finaliza a Nota.

 
 
 

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