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  • J. POVO- MARÍLIA

Após nova Assembleia Geral, estudantes da Famema decidem manter manifestações e paralisações


Assembleia Geral realizada pelos estudantes no Auditório da Famema

Alunos da Faculdade de Medicina e Enfermagem de Marília (Famema), realizaram mais uma Assembleia Geral, que reuniu em torno de 300 estudantes no Auditório do Carmelo.

Foram discutidas questões das reuniões passadas e elaboração de novas propostas feitas pelos estudantes.

Organizadores do movimento informaram que em reuniões com a diretoria da Famema na segunda-feira (3), as quais não contaram com a presença da superintendência, apenas a reestruturação do cenário da clínica médica foi discutido.

"Porém, ainda que se tenha decidido pelo retorno das atividades aos moldes antigos, a instabilidade frente aos contratos dos preceptores do estágio, impedem que esse assunto se dê por concluído", informa Nota dos organizadores.

"Assim, tendo em vista que nenhuma das demandas foi solucionada e que muitas ainda se encontram longe de um resultado efetivo, os estudantes optaram por continuar com manifestações e paralisações, enquanto elaboram propostas a serem consideradas pelas instituições", segue a Nota.

PROTESTO

Em protesto contra o que consideram "desmonte da instituição", alunos da Faculdade de Medicina de Marília paralisaram as atividades de ensino e os plantões em hospitais, no último dia 29.

A paralisação foi decidida em assembleia na noite desta quarta-feira (28), quando eram discutido detalhes de uma passeata programada para sábado.

A concentração desta quinta-feira foi em frente ao prédio da Famema, na Avenida Monte Carmelo, com cartazes, faixas, apitos e "muito barulho".

Alunos reclamam, entre outros itens, de cortes de bolsas de custeio (a Faculdade é gratuita), falta de professores e concursos para contratação de docentes, falta de restaurante universitário e praça esportiva e deficiência na estrutura (preceptores) para residência nas clínicas.

REIVINDICAÇÕES

Construção de quadro de funcionários;

Concursos públicos para docentes com possibilidade de carreira acadêmica;

Retorno das bolsas de monitoria;

Garantia da carga horária de cada matéria e grade curricular mínima;

Garantia de acesso aos estágios do internato com preceptores em todos os espaços e carga horária adequada;

Programas de residência com aulas, carga horária e prática adequadas, além de preceptores nos espaços de formação especializada;

Laboratórios próximos ao prédio da Monte Carmelo ou da Unidade de Educação;

Fim do assédio moral aos estudantes e residentes;

Inclusão de restaurante universitário e praça esportiva no campus;

Fim do teto de gastos.




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