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Avião que fez pouso forçado na região tinha prefixo de Airbus e suspeita de tráfico de drogas

  • Foto do escritor:  J. POVO- MARÍLIA
    J. POVO- MARÍLIA
  • há 13 minutos
  • 1 min de leitura

O avião abandonado no Aeroclube de Ibitinga após um pouso sem autorização na tarde de sábado (14), utilizava um prefixo falso (PT-MVP) que pertenceu a um Airbus A330/200 operado no Brasil pela TAM Linhas Aéreas entre 2008 e 2014.

Naquele ano, o avião foi vendido para a empresa irlandesa AerCap e exportado. Pelas regras de registro aeronáutico, o prefixo brasileiro é cancelado nesses casos e não pode ser reutilizado por outra aeronave.

O modelo registrado no prefixo também não corresponde ao avião que pousou em Ibitinga, um Cessna 210N Centurion II, com capacidade para até seis pessoas.

Segundo o boletim de ocorrência, que guia as investigações da Polícia Civil, um funcionário do aeroclube presenciou a aterrissagem por volta das 17h30 e percebeu que o piloto era desconhecido no local.

Após pousar, o homem deixou a aeronave e fugiu. O avião foi encontrado com um dos pneus furados e acabou ficando abandonado na pista.

No domingo (15), equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para conter um vazamento de combustível provocado pelo dano no pneu.

Outro ponto que chamou a atenção das autoridades foi a configuração interna do avião. O banco traseiro, normalmente utilizado para passageiros, havia sido retirado.

A modificação pode indicar que a aeronave estava sendo usada para transporte irregular de carga, sob suspeita de tráfico de drogas.

A Polícia Federal foi comunicada sobre o caso e solicitou que a ocorrência fosse inicialmente registrada pela Polícia Civil. Foi pedida perícia técnica na aeronave para ajudar a esclarecer as circunstâncias do pouso e a origem do avião.


 
 
 

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