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  • J. POVO- MARÍLIA

Butantan diz que Ômicron predomina na região de Marília. Cidade não tem nenhum caso confirmado


Comunicado do Instituto Butantan, divulgado neste final de semana, aponta que a variante ômicron corresponde a 77,4% dos testes positivos para a Covid-19 na região de Marília. A cidade não tem nenhum caso confirmado da variante.

Há 25 dias, a secretaria municipal da Saúde encaminhou caso suspeito para exame no Instituto Adolfo Lutz (Estado), mas ainda não obteve o resultado. O suspeito é um homem de 36 anos, que veio da França com a esposa, mariliense. Ela testou negativo para a Covid. A avó dela testou positivo para a doença, mesmo vacinada com três doses da vacina.

ÔMICRON

A variante se mostrou predominante nos Departamentos Regionais de Saúde (DRS) da Grande São Paulo, correspondendo a 96,7% dos testes positivos sequenciados. Em relação às cepas das variantes delta e gama, das 53 amostras sequenciadas na região de Marília, a variante gama está em 20,8% delas, enquanto a delta está em 1,9%. SITUAÇÃO

Marília contabiliza 987 mortes pela Covid. A última delas, conforme boletim epdiomiológico da secretaria municipal da Saúde, na sexta-feira, sendo um idoso de 60 anos com doenças crônicas. São 38.465 casos da Covid desde o início da pandemia, sendo que 37.112 moradores conseguiram se curar. Atualmente, a cidade tem 32 pessoas internadas com sintomas da doença, sendo 20 desses pacientes com suspeita da doença, aguardando confirmação por exames. ESTADO O estudo do Butantan, em relação a todo estado de São Paulo, apontou que 90,07% das amostras positivas para a Covid-19, sequenciadas de 25 de dezembro de 2021 a 1 de janeiro de 2022, correspondem à ômicron. Isso significa que, no estado de SP, foram identificados mais de 734 casos da ômicron, um número 12 vezes maior com relação aos 63 casos detectados duas semanas antes, quando a variante foi detectada pela primeira vez. A participação das variantes delta (5,2%) e gama (3,6%) no total de amostras positivas caíram consideravelmente no estado. Todas estas cepas do coronavírus são classificadas como variantes de preocupação, consideradas mais transmissíveis e com mais risco de causar sintomas graves e mortes pela Organização Mundial da Saúde (OMS).




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