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  • Por Adilson de Lucca

Campanha de apoio ao tratamento da professora Andrea tem vaquinha virtual e ações de amigos

Atualizado: 20 de mai. de 2023


Cresce o engajamento em Marília à uma campanha de apoio à professora Andrea do Nascimento, que segue tratamento de câncer. Diagnosticada com a doença na mama em 2020, ela iniciou o tratamento e praticamente extirpou a moléstia em 2021.

Mas, exames apontaram a volta do câncer no ano passado. Então, a professora Andrea voltou à luta e agora, necessita de ajuda financeira para custear o tratamento programado até o próximo ano.

Atualmente, ela faz quimioterapia e imunoterapia, que consiste em combater o avanço da doença pela ativação do próprio sistema imunológico do paciente.

A professora foi aprovada em concurso na Prefeitura de Marília e exerce o cargo, com salário de R$ 1.500 líquidos.

Corrente de amigos nas redes sociais busca apoio através de uma vaquinha virtual para arrecadar recursos e ajudar a professora a custear o tratamento.

A comerciante e amiga dela, Susana Vieira, também está organizando um bazar beneficente para colaborar com a causa. Ela, inclusive, se dispôs a buscar doações de roupas, calçados e produtos para o bazar. O telefone de contato da Susana, que reside na zona sul de Marília, é (14) 99797-5858.

Quem puder e quiser colaborar com a professora Andrea através da vaquinha virtual CLIQUE AQUI ou pelo PIX chave (14) 98143-3342.

Até ontem (15), a vaquinha virtual havia arrecadado R$ 1.621 (com 25 doadores). A meta é arrecadar R$ 15 mil.

RELATO DA PROFESSORA

"Me chamo Andréa, e estou tratando uma recidiva de câncer de mama triplo negativo. Esse câncer foi descoberto em 2020, fui dada como curada em março de 2021 e ele voltou em janeiro de 2022.

Faço o tratamento pela Unimed, e por isso sempre tenho boletos extras referentes a exames que são repetidos com frequência, tem as medicações, suplementos, fisioterapia específica (estou com linfedema).

Estou fazendo o tratamento com quimioterapia (taxol e platina) e imunoterapia (pembrolizumabe), e isso seguirá pelo menos até julho de 2024. Algumas pessoas podem perguntar o porquê de eu não ir para o SUS, e eu respondo: apesar de a medicação que necessito para viver (pembrolizumabe) ser autorizada pela Anvisa e o SUS ser obrigado a fornecê-la, ele não fornece, porque alegam que não tem, e o triplo negativo é implacavelmente rápido, eu não posso esperar uma briga judicial com o governo pois não quero morrer, a disseminação dele é muito rápida (ki 67 em 40%).

Para exemplificar: eu operei em 19/02/2022 e foram removidos todos os nódulos, dois meses depois ja haviam mais 2 no mesmo lugar (visíveis/palpáveis). Por estar em quimio, eu não pude assumir meu cargo de professor de EMEF na prefeitura de Marília, cargo que fui nomeada em junho/22, (mas meu cargo está reservado, esperando eu estar apta para pegá-lo).

Esse novo cargo me salvaria financeiramente, o valor do salário é substancialmente maior e seria suficiente para suprir minhas despesas a mais oriundas da minha situação atual.

E eu também queria deixar registrado aqui o quanto sou querida, e dizer que tenho uma rede de apoio que nunca me deixou na mão, durante esses mais de dois anos de tratamento sempre tive com quem contar, entre amigos e familiares, e isso é divino, eu me sinto acolhida, amada e necessária na vida das pessoas. Sintam-se abraçados por mim. Muito obrigada!".





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