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  • Foto do escritor J. POVO- MARÍLIA

CESTA BÁSICA EM DINHEIRO: Prefeitura estuda pedido do vereador Marcos Rezende para proteger o benefício dos servidores


O vereador  em exercício de seu quarto mandato e ex-presidente da Câmara Municipal, Marcos Rezende, espera que a Prefeitura de Marília atenda a um pedido dele, aprovado pelo Legislativo no mês passado.

O Requerimento 885/2024 quer garantir que o valor pago em cesta básica, um benefício adquirido na atual gestão, não seja abandonado ou cancelado em 2025, com um novo prefeito eleito. A sugestão enviada ao atual prefeito é de que em vez de entregar a cesta básica em espécie, que repasse o valor equivalente desses alimentos em dinheiro ao servidor municipal.

A iniciativa de busca garantir que o benefício conquistado na atual gestão não seja suspenso ou cancelado na próxima gestão. É que o contrato de fornecimento das cestas básicas se encerra em novembro, já suspendendo o benefício em dezembro e sem qualquer garantia de retomada no próximo ano, com um novo prefeito. A própria licitação para contratação de uma nova empresa de fornecimento da cesta atrasaria a entrega, já que uma concorrência pública pode levar de 60 dias a seis meses para ser concluída.

O vereador já soube que sua solicitação já chegou na Prefeitura e sua proposta está passando por análise de viabilidade legal, fiscal e tributária. “A ideia é de que não haja alteração nos custos, pois na prática, o valor do custo pago pela cesta seria o valor a ser depositado na conta do servidor, para ele comprar os alimentos que achar necessário”, explicou.

Segundo Marcos Rezende, além de garantir o benefício e dar mais liberdade de escolha de quais alimentos comprar com o valor pago, a proposta ainda aquece a economia local, pois o dinheiro não vai para uma empresa de fora da cidade, que compra alimentos de fornecedores de outras regiões. “Os supermercados da cidade ganhariam um aporte de consumo maior, mantendo o dinheiro dentro da cidade”, declarou.

O vereador agora aguarda o estudo técnico de viabilidade da Prefeitura para aplicação da medida após o término de contrato das cestas. “Acredito que o prefeito está estudando com carinho essa proposta, pois foi ele quem conquistou as cestas básicas para o servidor e não vai querer ver esse benefício proposto correndo o risco de ser abandonado pelas próximas gestões”, afirmou.

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