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  • J. POVO- MARÍLIA

"Circular" de Garça mantém greve. Prefeito João Carlos aponta pressão por subsídio nas tarifas


Prossegue nesta terça-feira (17) a greve dos motoristas da Raptur Transporte Coletivo, empresa responsável pela "circular" em Garça. Desde onterm os veículos não saíram da garagem.

A concessionária do serviço tenta negociar com os grevistas para garantir a retomada dos serviços a população, mais segundo eles, é bem difícil devido ao cenário que se encontra há vários anos e com a pandemia se agravou mais ainda.

A paralisdação foi mantida após reunião no fim da tarde de ontem entre funcionários a empresa Raptur terminar sem acordo.

Os funcionários decidiram fazer uma paralisação para reivindicar direitos como reajuste salarial, participação nos lucros e cestas básicas que estão atrasadas há 14 meses. Por telefone, a empresa confirmou os atrasos nos benefícios dos funcionários e alega que tem passado por problemas financeiros que foram agravados com a pandemia. A empresa afirmou tenta um subsídio junto à Prefeitura de Garça e que faz um estudo para adiantar algum benefício aos trabalhadores.

Prefeito João Carlos acredita que greve é pressão da empresa para forçar subsídios A prefeitura admite que a pandemia provocou a redução na ocupação de pessoas nos ônibus e trouxe um desequilíbrio financeiro. A administração diz que tal situação era de seu conhecimento e que o assunto já vem sendo tratado nas últimas semanas. O município de Garça possui com a empresa Raptur uma permissão do serviço de transporte coletivo da linha circular desde o ano de 2000. Também possui alguns contratos, por meio de licitação, para o transporte de alunos da zona rural. A prefeitura informa que está em dia com todas as obrigações junto à empresa e seus contratos.

O prefeito João Carlos dos Santos acredita que a greve está sendo manipulada pela empresa como forma de pressionar a Prefeitura a conceder o subsídio nas tarifas .



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