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DevFest Unimar 2025 reúne ingressantes e acadêmicos em dois dias de imersão em tecnologia

  • Foto do escritor:  J. POVO- MARÍLIA
    J. POVO- MARÍLIA
  • 12 de dez. de 2025
  • 3 min de leitura

A Universidade de Marília (Unimar) realizou mais uma edição do DevFest Unimar 2025, um dos maiores eventos de tecnologia do interior paulista e que integra oficialmente o calendário do Google Developer Groups (GDG). Neste ano, a programação foi dividida em dois dias, com o primeiro dedicado exclusivamente aos ingressantes dos cursos de Tecnologia da Informação, e o segundo aberto para todos os acadêmicos, profissionais e interessados da comunidade Dev da região.

O evento, que já se tornou tradição na Instituição, proporcionou palestras, networking, presença de empresas parceiras e discussões sobre tendências que estão transformando o mercado, como Inteligência Artificial e modelos de linguagem.

O coordenador dos cursos de TI da Unimar, Prof. Caio Saraiva Coneglian, reforçou que o DevFest é uma oportunidade estratégica para orientar quem está entrando e fortalecer a relação entre a universidade e o mercado. “Trouxemos dentro do DevFest um evento específico para os ingressantes, com o propósito de apresentar a área, mostrar oportunidades e explicar como o estudante pode iniciar sua trajetória desde o primeiro dia. Aproveitamos para trazer empresas parceiras, promover essa troca e destacar a importância do networking e do movimento da RCI, que é muito forte em Marília e aqui na Unimar”, conta.

No primeiro dia, os novos estudantes tiveram uma recepção especial e participaram de atividades introdutórias sobre carreira, empregabilidade e panorama da área de TI. Para muitos, foi o primeiro contato direto com professores, profissionais do setor e com o ecossistema inovador da Unimar.

O novo acadêmico do curso de Ciência da Computação, Luciano de Oliveira Rodrigues, destaca a ansiedade e o entusiasmo em iniciar essa nova fase. “Esse evento me trouxe a expectativa de conseguir meu primeiro emprego, já neste mês, porque tenho muito interesse na área. Estudei por dois anos para chegar até aqui e estou muito empolgado. Conheci os professores, vi um pouco da metodologia, e acho que o ano que vem vai deixar minha vida bem mais ativa, com várias oportunidades e empregabilidade. É uma grande oportunidade”, destaca.

O primeiro dia também contou com uma rodada de conversa entre os novos estudantes e empresas parceiras da Rede de Cooperação Interinstitucional (RCI), que apresentaram caminhos reais de carreira desde o início da graduação.

No segundo dia, ingressantes e acadêmicos participaram de uma noite especial com palestrantes convidados, profissionais reconhecidos na área de tecnologia e inovação.

O coordenador Caio Coneglian falou ainda sobre a programação destacando o papel institucional do DevFest. “Este é um dos eventos mais importantes no nosso calendário e também no calendário do GDG. Sempre encerramos o ano com ele. É um encontro que nos permite debater temáticas atuais, como Inteligência Artificial, e ampliar o contato entre alunos,

profissionais, ensino médio e empresas. Agradeço a presença de todos e do pessoal da Dsin, que compôs a programação desta edição”, comenta.

A noite contou com palestras sobre tendências da IA, modelos de linguagem e aplicações práticas na indústria, com convidados como Allan Siriani, da Ciag, e Otávio Guilherme Arruda dos Santos, da Movement.

O Tech Lead Otávio Guilherme Arruda dos Santos falou sobre como a Inteligência Artificial pode resolver desafios reais do mercado e destacou a importância de conectar teoria e prática. “Minha palestra trouxe uma visão prática de inteligência artificial focada em negócios. Hoje se fala muito em LLMs, mas existem diversos modelos e técnicas que podem ser mais eficientes dependendo da aplicação. Mostrei problemas reais da indústria e quais modelos são mais adequados para cada tipo de solução”, explica.

Para ele, eventos como o DevFest são fundamentais para preparar os futuros profissionais. “Essa troca é essencial. Além da parte técnica, os alunos precisam desenvolver soft skills — comunicação, entendimento de negócios, postura profissional. Isso faz toda a diferença para quem está começando na carreira”, complementa.

“Foram dois dias de grande relevância na formação tecnológica da região. Por meio de palestras, conexões profissionais, debates e contato direto com especialistas, os participantes ampliaram sua visão sobre o presente e o futuro da tecnologia”, finaliza o coordenador Caio.


 
 
 

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