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  • Foto do escritor J. POVO- MARÍLIA

DIG identifica dupla que cometeu latrocínio contra fruticultor idoso na Fazenda do Estado


Dois homens foram presos pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG), acusados pelo latrocínio do latrocínio do fruticultor Tadao Tanikawa, 78 anos, ocorrido no dia 10 de janeiro nas proximidades da Fazenda do Estado.

Investigações comandadas pelo delegado Luiz Marcelo Perpétuo Sampaio, concluíram que os irmãos Cristiano Fernando Roque de Souza, o ‘Burca’, e Luciano Roque de Souza, apelidado de ‘Guila’, foram os responsáveis pelo brutal assassinato de Tadao com o objetivo de roubar dinheiro que ele guardava na propriedade. Nesta terça-feira (7), a DIG cumpriu mandado de prisão temporária contra ‘Guila’; ‘Burca’ continua foragido.

O corpo do fruticultor foi localizado na manhã do dia 11, a cerca de 50 metros da entrada do sítio em que residia e plantava manga e abacate. O carro dele, um VW Gol com placas de Guaimbê estava “mais à frente, encalhado num buraco de erosão na beira da estrada, com as chaves no contato”, explica nota divulgada pela DIG.

Delegado titular da DIG, dr. Luiz Marcelo Perpétuo Sampaio

Na verdade, Tadao havia sido gravemente agredido e ferido pelos assaltantes, mas ainda assim conseguiu se desvencilhar deles e tentar fugir com o carro, que acabou encalhando. O corpo tinha ferimentos na testa, boca e nuca, onde também havia uma perfuração.

Tadao morava no sítio com a irmã Yoshie Tanikawa. Ela contou que na noite do dia 10, o irmão entrou em casa ensanguentado com ferimentos na cabeça, pedindo que ela se escondesse de ladrão na propriedade. “Yoshie teria se refugiado no pomar e passado a noite toda escondida ao relento, sob forte temporal, não tendo visto ou ouvido as pessoas que invadiram a propriedade e agrediram Tadao”, diz a nota encaminhada pelo delegado Luiz Marcelo. Só na manhã seguinte o corpo do irmão foi encontrado na estrada e a polícia acionada para as providências necessárias. A idosa, debilitada de saúde, faleceu dias depois de internada em hospital em Marília.

Tadao costumava guardar valores em dinheiro na residência, segundo a polícia, “mas não foi possível apurar quanto foi subtraído na ocasião”. Após as investigações e informações colhidas pelos agentes da DIG, a conclusão é que os ladrões usaram de extrema violência para roubar dinheiro da vítima.

‘Burca’ e ‘Guila’ conheciam a propriedade e os hábitos do sitiante, já que teriam trabalhado no local na colheita de frutas. A perícia indica que Tadao teria lutado contra os ladrões, visto que “um pedaço da parte superior da dentadura e um pedaço da camisa dele foram localizados próximos da entrada da garagem”.




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