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  • J. POVO- MARÍLIA

Dirigente do MAC relata descontentamento com a CBF por transtornos e surto de Covid na delegação


"Continuamos pagando um alto preço pelos transtornos que tivemos que enfrentar para a estreia na Copa do Brasil. Mais um triste motivo para manifestarmos nosso descontentamento com a CBF".

Este é o resumo do desabafo do vice-presidente do Marília Atlético Clube, dr. Alysson Alex de Souza e Silva, sobre o fato do Clube estar com pelo menos quinze profissionais, entre jogadores e comissão técnica, infectados como o coronavírus.

As contaminações ocorreram após longas viagens de quase horas, na semana passada, para a partida de estreia contra o Criciúma (SC) em Cariacica (ES), que terminou em 0 a 0 e a classificação com o adversário, que jogava pelo empate.

Dr. Alysson Alex, vice presidente do MAC

O dirigente maqueano lembrou que o MAC era mandante do jogo, que deveria ter sido realizado aqui no Abreuzão no dia 17 (quarta-feira passada). Mas, por conta das restrições do Plano SP com a pandemia, incluindo suspensão de jogos de futebol pelo Governo do Estado, a partida foi transferida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para a cidade de Varginha (MG - 750 quilômetros de Marília).

O jogo deveria ter sido realizado lá, na mesma data. Mas, pelos mesmos motivos, foi suspenso e transferido para Cariacica (ES - a 1.300 quilômetros de Marília). Ou seja, a delegação do Alvi Celeste, mesmo como mandante, teve que viajar cruzando outros dois estados para estrear na Copa do Brasil.

"Muitos gastos, transtornos, e grande desgaste físico e emocional, que não teve como não refletir dentro de campo, embora o MAC tenha jogado muito bem e merecia a classificação", comentou Alysson.


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