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  • J. POVO- MARÍLIA

DISE prende um dos líderes do tráfico na Zona Norte de Marília


Um dos principais líderes do tráfico na região da Vila Barros, Zona Norte de Marília,

Oscar de Souza Nascimento, o “Casinho”, foi preso por policiais da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE), de Marília.

Ele teve a prisão temporária decretada pela 1ª Vara Criminal de Marília, em inquérito que é acusado do crime de tráfico de drogas e recolhido para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Álvaro de Carvalho. Histórico

“Casinho” já foi condenado em 2016 a cinco anos de prisão em regime fechado pelo crime de tráfico de entorpecentes. Em 2013, o comerciante foi identificado pela Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) como sendo o dono dos cerca de dez quilos de cocaína pura apreendidos em uma megaoperação deflagrada em outubro daquele ano. Os tabletes da droga estavam escondidos no meio de um matagal. Naquela ofensiva, que contou com a participação de mais de 100 policiais civis de Marília, Bauru, Lins, Assis, Tupã e Jaú. Responsável pelo inquérito do caso, o delegado Luís Marcelo Perpétuo Sampaio explicou, na ocasião, que as investigações identificaram que a cocaína apreendida, no estado puro em que foi encontrada, estaria avaliada em R$ 200 mil, mas estimava que após ser batizada e vendida em porções individuais, renderia pelo menos meio milhão de reais ao chefe do esquema. “Casinho” também chegou a ser condenado a 15 anos de prisão por tráfico de entorpecentes e associação para o crime. Interceptações telefônicas realizadas entre junho e novembro de 2011 apontaram que o comerciante chefiava o tráfico de drogas na região de Marília e Pompeia. Ele era apontado como integrante de uma facção criminosa. Num dos contatos telefônicos, o autônomo foi flagrado negociando a compra de 25 quilos de cocaína e materiais para o refino da droga. O entorpecente foi apreendido por policiais militares no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo, com Márcia Cristina Jorge, que seria a responsável pelo transporte até Marília. A defesa do comerciante apelou da decisão e os desembargadores do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo acolheram os argumentos do advogado e o absolveram dessa condenação.





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