No final da tarde (2), foi sepultado na cripta da Catedral Basílica de São Bento, no coração de Marília, o 3º bispo diocesano de Marília, Dom Osvaldo Giuntini, que governou pastoralmente a Diocese durante 21 anos.
Falecido ontem (1°), após 19 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Beneficente da Universidade de Marília (Unimar), Dom Osvaldo recebeu inúmeras manifestações de carinho e gratidão por parte do povo fiel e dos ministros ordenados desde que seu corpo chegou na Igreja Catedral, na noite de ontem, até o sepultamento há pouco.
“Nós entregamos nas mãos de Deus a vida de nosso bispo emérito; uma vida que começou na capital paulista; que se encerra fisicamente em nossa Igreja Catedral; se eterniza no coração de todos nós que com ele convivemos e encontra sua plenitude no céu, junto a Nosso Senhor!”, destacou Dom Luiz Antonio Cipolini, bispo diocesano de Marília, durante a Missa celebrada antes do enterro de seu predecessor.
Ao recordar o incansável trabalho de visitas pastorais que Dom Osvaldo desempenhou por mais de três décadas nas paróquias e comunidades, entre o tempo em que ele foi bispo auxiliar, coadjutor e diocesano, Dom Luiz intitulou-o de ‘bispo missionário’ e agradeceu: “obrigado, Dom Osvaldo! Gratidão por pastorear, amar e rezar pela Diocese de Marília! Do céu, vele por nós para que continuemos, em comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs, a ação evangelizadora que o senhor tanto se esforçou para exercer entre nós!”
Após a celebração, uma salva de palmas por parte dos oito bispos, mais de cem padres e diáconos, dezenas de religiosos, centenas de fiéis e autoridades civis, militares e de outras religiões homenagearam o até então bispo emérito de Marília. Em seguida, ocorreu o rito exequial e, com orações e cantos, Dom Osvaldo foi sepultado em uma câmara mortuária na cripta da Catedral.
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