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  • Da redaççao com informações do G1

DRAMA FAMILIAR: Mãe de universitária estuprada e assasinada na região, morre de Covid


Morreu na noite de sábado (19) por complicações da Covid-19 Marlene Forti Bazza, de 51 anos. Ela era mãe da universitária Mariana Bazza, que foi assassinada em setembro 2019 em Bariri por um homem que se ofereceu para ajudá-la a trocar o pneu do carro.

O crime chocou a cidade de pouco mais de 35 mil habitantes. O autor, Rodrigo Pereira Alves, foi condenado a mais de 40 anos de prisão por latrocínio, estupro e ocultação de cadáver. Marlene estava internada desde o começo deste mês de fevereiro em um hospital de Lins devido a complicações da doença. Amigos e familiares chegaram a pedir orações nas redes sociais após ela ter sido transferida para UTI. O enterro de Marlene aconteceu na manhã deste domingo (20) no Cemitério Municipal de Bariri sem realização de velório devido às medidas de prevenção da Covid-19. O CASO

A Polícia Civil encontrou o corpo da Mariana em uma área de canavial em Cambaratiba, distrito de Ibitinga, cidade próxima de Bariri,quatro dias após o crime, no dia 24 de setembro de 2019. Os policiais encontraram o corpo depois que o suspeito foi preso e confessou que matou a vítima. Rodrigo Pereira Alves, de 37 anos, foi detido em Itápolis, cidade vizinha de Bariri. Ele estava na casa de parentes e foi preso tentando se esconder no telhado de um imóvel. A motivação do crime é desconhecida. A polícia informou que, primeiramente, Rodrigo havia negado o crime, mas acabou revelando o local onde estava o corpo. O corpo foi encontrado em uma área de mata, próxima a rodovia, de bruços com as mãos amarradas para trás e um tecido no pescoço. Aparentemente não havia sinais de crime sexual, mas segundo a polícia, somente a perícia vai apontar o que aconteceu, inclusive a causa da morte. A perícia esteve no local nesta tarde e o corpo foi encaminhado para o IML de Araraquara. Mariana tinha 19 anos e estudava fisioterapia em uma universidade particular de Bauru. Suspeito ajudou a vítima Segundo a polícia, a universitária de 19 anos percebeu que o pneu do carro estava vazio logo que deixou a academia onde frequentava, em Bariri. O suspeito abordou a jovem na rua e se ofereceu para trocar o pneu. Uma câmera de segurança da academia flagrou o homem conversando com Mariana perto do carro. Após os dois conversarem, ela foi com o veículo até uma chácara do outro lado da avenida. Na sequência, o veículo deixou o local e, segundo a polícia, o carro era dirigido por Rodrigo Alves naquele momento. Além do vídeo, o suspeito também aparece em uma foto que Mariana enviou para o namorado e parentes contando que o pneu tinha furado e o que um rapaz estava trocando. Esse teria sido o último contato dela com eles. A polícia informou que a foto e o vídeo da câmera de segurança ajudaram a identificar Rodrigo. Depois de identificar o suspeito, a polícia mobilizou uma operação de buscas. O carro de Mariana também foi encontrado em Itápolis, próximo ao cemitério da cidade. O veículo foi levado para perícia e uma faca foi encontrada debaixo do banco, mas não havia marcas de sangue aparentes. O suspeito chegou a ser visto no cemitério, mas fugiu e só foi localizado depois.



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