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  • Foto do escritor J. POVO- MARÍLIA

Empresários que davam golpes com notas frias são presos. Empresa de Garça tá no esquema


A Polícia Civil prendeu três pessoas e uma continua foragida suspeitas de emissão de notas fiscais frias em cidades do interior de SP. A investigação, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Bauru (SP), aponta que o grupo teria movimentado cerca de R$ 2 milhões.

Um dos alvos de crimes como estelionato e lavagem de dinheiro, entre outros, é uma empresa do ramo de segurança eletrônica de Garça. São investigados na operação, que recebeu o nome de “Cold Paper”, empresários de Sorocaba, Votorantim, São José dos Campos e Garça. Segundo as investigações, as empresas investigadas emitiam notas fiscais de produtos que deveriam ser destinados à empresa vítima em Garça, mas que nunca eram entregues. Porém, a entrega era confirmada por um funcionário da empresa de segurança eletrônica que fazia parte do esquema.

Essas notas fiscais frias eram trocadas nas chamadas factorings, gerando assim prejuízos para a empresa de Garça e também para as factorings. Duas mulheres, mãe e filha, de 53 e 21 anos, foram presas em Sorocaba e também um homem de 42 anos, foi detido em São José dos Campos. Um quarto suspeito, marido e pai das mulheres presas, não foi localizado e é considerado foragido. Durante a operação foram apreendidos diversos veículos, armas, telefones celulares e aparelhos eletrônicos, além do cumprimento dos mandados de prisão temporária de 5 dias dos envolvidos. Os três presos foram encaminhados para cadeia de Pirajuí, onde aguardam audiência de custódia. Os produtos apreendidos foram levados para sede da Deic em Bauru, onde devem ser feitos também os interrogatórios dos investigados nos próximos dias. A Polícia Civil informou também que irá pedir à Justiça o bloqueio dos bens dos investigados.



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