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  • Por Adilson de Lucca

Governo propõe volta dos trens em Marília. "Sem rebaixamento dos trilhos, inviável", diz prefeito


"Por baixo, por cima, sei lá! Sem o rebaixamento dos trilhos, praticamente inviável". Assim o prefeito Daniel Alonso (PSDB) considerou a proposta de Luiz Alberto Fioravante, do Grupo de Trabalho de Ferrovias do Estado de São Paulo, sobre a volta da circulação de trens da Rumo por Marília. "Inimáginável comboios de cem, duzentos vagões atravessando a cidade".

Reunião com esse tema foi realizada na tarde desta quarta-feira (6), no auditório da Prefeitura. Fioravante disse que a princípio a intenção é retomar o ramal até Bauru, para conexão com o entroncamento ferroviário daquela cidade.

O representante do Governo do Estado apresentou um monte de propostas fantasiosas sobre possível retorno dos trens. Coisas de ano eleitoral. Discutiu-se inclusive a implantação de uma linha de VLT (Veículos Leves sobre Trilhos) ligando os Distritos de Lácio a Padre Nóbrega. Alonso concordou com a ideia. "Sonho romântico, muito romântico".

Fioravante falou também da possibilidade de um consórcio de empresas para criar um ramal ferroviário para escoamento de produções até outras regiões do Estado.

O prefeito lembrou da possibilidade de conexão com a hidrovia do Rio Tietê (em Pederneiras). Citou até o Rio Paranapanema, na Alta Paulista.

Enfim, uma série de alternativas fantasiosas foram apresentadas e discutidas durante cerca de duas horas, com apresentação de slades e etc.

Tudo balela! A ferrovia que "corta" Marília segue abandonada, tomada por matagal e no perímetro central (junto à desativada Estação) ocupada pelo novo "camelódromo".

O próprio prefeito resumiu: "se a Rumo (concessionária das ferrovias) capinar o mato às margesn da ferrovia já está muito bom".

Os únicos trens que realmente se tornam realidade em Marília são os famosos "trens da alegria" de cargos comissionados.








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