Cleusa da Silva foi assassinada por esganadura pelo companheiro no final de 2019
Na sentença assinada pelo juíza Beatriz Tavares Camargo, Márcio Brito, foi condenado por homicídio qualificado contra Dentre as qualificadoras estão o uso de meio cruel (asfixia) e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de feminicídio, todos praticados “em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher”.
O condenado terá de cumprir sua pena em regime inicial fechado e, por conta do caráter de crime hediondo, não há possibilidade de conversão inicial dessa pena por outra alternativa e nem concessão da chance de recurso em liberdade.
Relembre o caso
Segundo investigação a Polícia Civil de Pirajuí, Cleusa da Silva morreu depois de dar entrada no pronto-socorro da Santa Casa, no dia 22 de dezembro de 2019, com marcas no tórax e no pescoço.
Antônio Márcio Ferreira Brito foi quem levou a companheira para ser socorrida e informou à equipe médica que havia encontrado a mulher caída no chão da casa.
Após suspeitas dos médicos, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame necroscópico, onde foi constatado que a vítima havia morrido por esganadura.
Após investigações, a polícia concluiu que Antônio Márcio matou a companheira intencionalmente e o prendeu mais de 20 dias depois, em 13 de janeiro de 2020.
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