Eles responderão por homicídio qualificado, furto, destruição de cadáver e fraude processual. A defesa dos réus tem o prazo de 10 dias para responder à acusação.
Na mesma decisão, o juiz converteu a prisão temporária dos acusados em preventiva. De acordo com a denúncia, o crime foi motivado por uma dívida que se arrastava desde 2024.
No dia 16 de janeiro, a vítima foi até a empresa de Marcelo, uma fábrica de trailers no bairro Jardim Aquarius, para cobrar o valor.
Após uma discussão e agressões físicas, Rafael foi morto no interior do estabelecimento. Um dia depois do crime a dupla foi identificada, localizada e presa pela Polícia Civil.
O CRIME
A investigação aponta que Marcos, irmão do empresário, desferiu um golpe de marreta na nuca da vítima pelas costas. Em seguida, Marcelo teria tomado a ferramenta e golpeado a cabeça de Rafael outras quatro vezes.
Para ocultar o crime, os irmãos usaram água sanitária para lavar o sangue no chão da fábrica. Segundo a denúncia, eles amarraram uma corda no pescoço da vítima e arrastaram o corpo até o carro de Rafael, um Porshe Macan.
Marcelo dirigiu o veículo da vítima até a zona rural de Pompéia , seguido por Marcos em uma motocicleta.
Antes de incendiar o automóvel, os acusados roubaram uma corrente e três pulseiras de ouro que estavam com a vítima, avaliadas em aproximadamente R$ 96 mil. As joias foram posteriormente apreendidas pela polícia na casa de Marcelo. O corpo de Rafael foi encontrado carbonizado no banco traseiro do veículo incendiado.
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