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  • Foto do escritor J. POVO- MARÍLIA

Justiça condena rapaz que levaria drogas para boate, em Marília


Um rapaz que declarou no ato da prisão em flagrante, na Zona Oeste de Marília, que levaria drogas para uma badalada boate, foi condenado a 4 anos, 10 meses e 10 dias de reclusão por tráfico de drogas.

Também foi decreta a perda dos bens apreendidos, consistentes no aparelho celular da marca Apple, modelo Iphone SE 2020 e uma motoneta 2002/2003, Honda/C100 BIZ, porque evidenciada a vinculação com o tráfico de drogas.

A decisão é do juiz Paulo Gustavo Ferrari, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Marília e cabe recurso.

O CASO

Conforme os autos, Rodrigo Pereira de Lima, de 31 anos, foi denunciado como incurso nas sanções do artigo 33, caput, da Lei nº 11.343/2006, porque, em 30 de novembro de 2021, por volta das 19h, na Avenida Maria Fernandes Cavalari, na Zona Oeste de Marília, transportava, para venda e entrega ao consumo de terceiras pessoas, 52,33 gramas de “haxixe”, divididos em doze invólucros, 66,09 gramas de maconha, divididos em oito invólucros, e uma porção de cocaína, com peso de 0,79 gramas.

O réu foi preso em flagrante delito, sendo-lhe concedida a liberdade provisória, sem fiança.

O JUIZ DECIDIU

"A acusação é procedente. As testemunhas Guilherme Rafael Reginatto da Rosa e Paulo Sérgio Queiroz, policiais militares, declararam que estavam em patrulhamento de rotina quando avistaram o réu conduzindo uma Honda/Biz, no contrafluxo, conversando pelo telefone celular. Decidiram abordá-lo e, em revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado. No guarda-volumes da motocicleta, contudo, foram encontradas algumas embalagens, semelhantes à de chocolates, contendo entorpecentes. Inclusive, havia etiquetas nas referidas embalagens.

Ao ser questionado, o réu confessou que iria entregar o entorpecente na boate. A testemunha de defesa J.V.A declarou que é colega de trabalho do réu, sendo que ambos faziam reposição de produtos em um supermercado. Nunca ouviu dizerem que ele seria usuário ou traficante de drogas. Além disso, nunca o viu ostentando sinais exteriores de riqueza.

DEFESA

O réu, interrogado, declarou que havia perdido sua mãe e que morava com seu pai. Ganhava muito pouco, pois trabalhava apenas meio período como promotor de vendas. Por passar necessidade, decidiu aceitar uma proposta para entregar drogas na boate, pelo valor de R$ 250,00. Recebeu algumas mensagens de usuários, que queriam comprar drogas, repassando-as ao fornecedor.





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