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Mais tempo na cadeia para homem que matou a companheira estrangulada, quer MP

  • Foto do escritor:  J. POVO- MARÍLIA
    J. POVO- MARÍLIA
  • 16 de fev. de 2023
  • 2 min de leitura


O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu a ampliação da pena de Willians Pereira, de 43 anos que foi condenado a 16 anos de prisão por matar a companheira, Priscila Moreira, de 35 anos, sufocada e estrangulada após uma discussão dentro de casa, em Ourinhos (SP). O crime ocorreu no dia 22 de agosto de 2021.

No pedido, protocolado nesta terça-feira (14), a Promotoria requer que a pena seja aumentada “em razão das circunstâncias do delito, ocorrido em condomínio habitado, em final de semana com grande movimentação; culpabilidade elevada, já que a vítima sofreu lesões na cabeça, perna e braços, ou seja, lesões que não foram a causa da morte; e as consequências do crime, uma vez que a vítima deixou uma filha de 12 anos”. O caso será analisado em segunda instância. Willians foi condenado em primeira instância a 16 anos em regime fechado, por homicídio qualificado. O Tribunal do Júri foi realizado no dia 9 de fevereiro, na comarca de Ourinhos. Durante as investigações, a Polícia Civil informou que a vítima Priscila, foi morta durante uma discussão com o marido em um condomínio residencial e morreu por asfixia. À época do crime, Willians acionou a Polícia Militar e, pouco depois, confessou ter matado a mulher. Segundo informações da polícia, o casal teria se desentendido e, em seguida, o Willians começou a ficar violento.

À Polícia Militar, primeiro ele disse que empurrou a companheira Priscila Moreira, que caiu e bateu com a cabeça. Depois chegou a dizer que usou um travesseiro para sufocá-la e que também estrangulou a vítima. Ainda segundo a polícia, a filha do casal, de 12 anos, brincava na área de lazer do condomínio no momento do crime. O Conselho Tutelar foi chamado para fazer o acolhimento da menina que ficou temporariamente sob os cuidados do padrinho. O corpo de Priscila foi enterrado em São Paulo, onde a família da vítima morava. O casal havia se mudado para Ourinhos a pouco meses e Priscila trabalhava em uma loja de departamentos. Já o suspeito estava desempregado e de acordo com a polícia, os dois estavam em processo de separação.




 
 
 

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