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  • Foto do escritor J. POVO- MARÍLIA

Pedreiro estocava ossadas humanas em casa há um ano. Tudo retirado de túmulos do Cemitério


As quatro ossadas humanas encontradas pela Polícia Civil em sacos e caixas em uma residência na Rua Amador Bueno, Bairro Argollo Ferrão, Zona Oeste de Marília, serão devolvidas aos túmulos de onde foram tiradas no Cemitério da Saudade. Três ossadas são de uma mesma família.

Policiais do Setor de Investigações Gerais (SIG), sob o comando do delegado Cleber Pinha Alonso, receberam denúncia anônima informando sobre o estoque de ossos na casa, que era alugada para guardar materiais e ferramentas de uma empresa terceirizada que presta serviços no Cemitério.

Mandado de buscas no local foi expedido pela Justiça.

Delegado dr. Cleber Pinha Alonso, titular do SIG/Marília

O pedreiro apontado como responsável pela retirada das ossadas, o qual não teve a identidade divulgada pela polícia, foi preso em flagrante. Ele disse que uma das ossadas estava na residência há cerca de um ano e outra mais recente.

Falou que guardava as ossadas por conta de obras nas sepulturas, que ficam próximas à entrada do Cemitério.

O delegado estipulou fiança de R$ 1.500 para liberação do pedreiro. Ele responderá processo por violação ao Artigo 211 do Código de Processo Penal ( Destruir, subtrair ou ocultar cadáver ou parte dele) que prevê pena de reclusão de um a três anos e multa.

A Polícia segue com as investigações, inclusive sobre o dono da casa.






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